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Presidente Max Russi homenageia servidores públicos da ALMT

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Em sessão especial realizada nesta quarta-feira (29), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), ao lado do primeiro-secretário, deputado Dr. João (MDB), homenageou 38 servidores e servidoras da Casa com a Moção de Mérito Legislativo e o Diploma de Reconhecimento. O evento integrou as comemorações alusivas ao Dia do Servidor Público, celebrado na terça-feira (28).

“Servir ao público é mais do que cumprir uma função: é viver uma vocação. É ter a consciência de que cada ato administrativo, cada parecer, cada atendimento e cada documento produzido aqui dentro tem impacto direto na vida de milhares de cidadãos. E é por isso que, nesta tarde, celebramos não apenas trajetórias profissionais, mas histórias de vida dedicadas ao serviço público. Vocês são o coração desta Casa”, afirmou Russi.

A Moção de Mérito Legislativo é concedida a servidoras e servidores que se destacaram pelo desempenho, pela dedicação e pela conduta exemplar no exercício de suas funções, conforme o Programa Servidor de Destaque, instituído pela Resolução nº 15/2025. Já o Diploma de Reconhecimento homenageia profissionais que prestaram relevantes serviços à ALMT, evidenciando profissionalismo, ética e comprometimento com o serviço público.

Um dos critérios de seleção dos homenageados foi o tempo de serviço prestado à instituição. “São profissionais que, juntos, somam anos e anos de dedicação à Assembleia Legislativa de Mato Grosso. São décadas de história viva, de experiências acumuladas, de suor e de entrega que ajudaram a construir a solidez e o prestígio desta Casa”, destacou o presidente.

A servidora Vânia Belo, uma das agraciadas, expressou o sentimento coletivo dos homenageados. “Assim como eu, acredito que todos os demais servidores aqui presentes estão emocionados com essa homenagem de Servidor Destaque. Parabenizo a Mesa Diretora, o deputado Max, o Dr. João. Enxergo essa moção como um verdadeiro incentivo. Nos valoriza, motiva e reconhece o nosso esforço diário”, declarou.

Encerrando a solenidade, Max Russi reforçou o papel essencial dos servidores no fortalecimento da ALMT. “Em nome da Mesa Diretora e de todos os deputados estaduais, expresso o nosso profundo agradecimento. Obrigado por ajudarem a fazer da ALMT uma instituição de excelência. Que este reconhecimento sirva de inspiração às novas gerações e reforce em todos nós a certeza de que o caminho da ética, da dedicação e do trabalho em equipe é o que sustenta as grandes instituições”, finalizou.

Fonte: ALMT – MT

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Projeto cria plataforma para monitorar estoque e falta de medicamentos no país

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O Projeto de Lei 1840/26 obriga indústrias, distribuidores, farmácias e hospitais a monitorar e divulgar informações sobre a disponibilidade, o estoque e a previsão de falta de medicamentos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Plataforma Nacional de Monitoramento de Medicamentos, vinculada ao Ministério da Saúde. A plataforma, acessível ao público, informará a disponibilidade atualizada dos medicamentos e alertará sobre risco de desabastecimento a usuários cadastrados. Itens para doenças crônicas, psiquiátricas, oncológicas e raras terão prioridade.

“O acesso a essas informações é fundamental para que o cidadão possa planejar o tratamento, evitar interrupções e exercer plenamente o direito constitucional à saúde”, disse a ex-deputada Heloísa Helena (Rede-RJ), autora do projeto, que atualmente está na suplência de mandato.

O texto também é assinado pelas deputadas Fernanda Melchionna (Psol-RS) e Luizianne Lins (Rede-CE).

Segundo o projeto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) será responsável por regulamentar as diretrizes da lei.

O descumprimento das regras sujeitará os infratores a sanções administrativas. As instituições também poderão ser impedidas de participar de licitações e processos de aquisição de medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Próximos passos
A proposta tem regime de urgência e, por isso, poderá ser votada diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara. O texto está apensado ao Projeto de Lei 7046/25, sobre o mesmo tema.

Para virar lei, o projeto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

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