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Uso de guindastes segue liberado no Festival de Parintins

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Há poucos dias do início do 58º Festival Folclórico de Parintins, o uso de guindastes pelos bois Caprichoso e Garantido segue autorizado, pelo menos, por enquanto.

A decisão é do juiz do Trabalho André Luiz Marques Cunha Júnior, que negou o pedido do Ministério Público do Trabalho para suspender os equipamentos alegando o risco à integridade dos trabalhadores. 

Os guindastes são utilizados no festival como parte fundamental da cenografia dos bois, e ajudam a movimentar grandes alegorias, estruturas que chegam a ter dezenas de metros de altura, e a içar artistas que fazem parte das encenações. O uso dos guindastes é indispensável para dar vida à grandiosidade e ao efeito visual das encenações no bumbódromo. 

O magistrado levou em consideração pareceres técnicos apresentados pelos bois e validados pelo Corpo de Bombeiros do Amazonas, que não apontaram irregularidades e liberaram o uso, desde que cumpridos todos os requisitos de segurança. 

Nesta segunda-feira (23), o estado do Amazonas deve apresentar um relatório técnico e o Ministério Público do Trabalho deverá se manifestar na terça (24). Na quarta-feira (25), será realizada uma vistoria judicial no bumbódromo. Estarão presentes o juiz, um perito técnico, o Corpo de Bombeiros, representantes dos bois e do Ministério Público do Trabalho.

O laudo da inspeção poderá alterar o cenário. As agremiações devem arcar com os custos do perito e garantir a segurança de todos os envolvidos, incluindo o uso de equipamentos de proteção.

Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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