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12ª edição da Festa do Cinema Italiano tem programação até 2 de julho

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Apreciadores do cinema e da cultura italiana vão poder conferir 12 filmes clássicos e inéditos no Brasil em festival que começa nesta quinta-feira (26).

A 12ª edição da Festa do Cinema Italiano segue até o dia 2 de julho, com sessões em 23 cidades e eventos especiais em Brasília (DF), São Paulo  (SP) e Rio de Janeiro (RJ).

Na capital federal, serão exibidas duas sessões diárias, com destaque para o longa Vermiglio – A Noiva da Montanha, que narra a trajetória de uma família em que a rotina é drasticamente alterada com a chegada de um soldado desertor. O filme foi premiado como Melhor Longa Italiano e Melhor Atriz Jovem no Festival de Veneza de 2024.

O diretor-geral do festival, Stefano Savio, explica que o objetivo é apresentar ao público brasileiro a autenticidade e a energia do cinema italiano. 

“É uma programação muito completa que mostra a originalidade e a vitalidade do cinema italiano neste momento. Este ano dedicamos também um espaço de programação a um grande nome do cinema italiano, que é o Marcello Mastroianni. Em setembro, celebramos o seu centenário do seu nascimento.”

No dia 29, o festival vai contar com uma apresentação especial do montador Jacopo Quadri. O profissional participa da sessão do filme Berlinguer – A Grande Ambição, no Rio de Janeiro.

O festival acontece desde 2014 e, a partir da 3ª edição, em 2016, passou a ser realizado simultaneamente nas principais cidades brasileiras.

Durante a pandemia da covid-19, a mostra foi realizada de forma virtual e registrou mais de 200 mil espectadores em dois anos.

A programação completa, com horários e locais das sessões, está disponível no site oficial: br.festadocinemaitaliano.com.

*Com supervisão de Fabiana Sampaio


Fonte: EBC Cultura

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No Pará, Festival Afro Maré abre espaço para culturas afro-amazônicas

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Uma mistura de ritmos e tradições afro-amazônicas vai ocupar o Caramanchão do Chapéu Virado em Mosqueiro (PA). O Festival Afro Maré reúne neste domingo (6), a partir do meio-dia, artistas de diferentes linguagens e culturas. Segundo o criador do projeto, Daniel ADR, busca valorizar as conexões entre território, ancestralidade e música.

“Quando a gente fala de cultura afro, muitas vezes o imaginário vai imediatamente para as manifestações tradicionais ou para as religiões de matriz africana, que são fundamentais, mas a nossa cultura negra também está no hip hop,  na rima, no break,  no tecnobrega, no caribó e em tantas outras expressões que foram construídas e ressignificadas pelo nosso povo.  Então o Afro Maré nasce desse encontro entre a ancestralidade e a contemporaneidade”.

O festival amplia o conceito de cultura afro para além das manifestações religiosas.

Mosqueiro tem população, tem artista, tem juventude, tem terreiros, tem cultura e tem uma produção cultural que acontece o ano inteiro. Quando a gente leva uma programação gratuita desse porte lá para Mosqueiro, a gente também está falando sobre direito à cultura e sobre a descentralização.  A população não pode precisar sempre se deslocar para o centro de Belém para ter acesso a grandes programações.

A programação gratuita no canal Manchão do Chapéu Virado em Mosqueiro conta com shows, DJs, batalhas de rima, apresentações de break e concursos de tecnobrega. 


Fonte: EBC Cultura

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