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Em reunião do Consórcio de Saúde, Várzea Grande  é destaque e recebe indicação para ser sede de Hospital Regional

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Prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner, elogiou atendimentos do pronto-socorro – que é o único da baixada cuiabana de portas abertas – e pediu a construção de uma unidade referência na cidade

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), se reuniu com o presidente da Comissão de Saúde do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE), conselheiro Guilherme Maluf, e com membros do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Rio Cuiabá (Cisvarc), para discutir ações na saúde da baixada cuiabana.

O prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner (UB), destaca que o Consórcio entre as prefeituras compartilha responsabilidades, une esforços, reduz custos e, ao mesmo tempo, aumenta a eficiência e a qualidade dos serviços prestados à população. “Várzea Grande, dentro do Consórcio, nos dá uma grande contribuição, principalmente, com os atendimentos dentro do pronto-socorro, que é portas abertas. Estamos aqui para trazer demandas e pedir orientações ao Tribunal de Contas. Um dos nossos pedidos é que junto ao governo de Mato Grosso, ao Tribunal de Contas e à Assembleia Legislativa, tenhamos um Hospital Regional na baixada cuiabana, no município de Várzea Grande”, conta Froner.

Flávia Moretti destacou o fortalecimento e a união do Consórcio. A prefeita também falou sobre a importância dos descontos na compra coletiva de medicamentos e insumos em até 40%. “Estamos realizando um trabalho de forma técnica, e que vem trazendo economicidade aos membros do Consórcio. Várzea Grande apoia este consórcio, inclusive nosso pronto-socorro é de portas abertas e tem ofertado atendimento aos municípios-membros. Viemos trazer nossas demandas e sugestões de Várzea Grande e do Consórcio. Também destaco que é importante estarmos unidos para o bem da população”, conta Moretti.

O presidente do consórcio, o prefeito do município de Nobres, José Domingos Fraga Filho (UB), o Cisvarg é formado por 12 municípios e atende mais de um 1,1 milhão de pessoas, ou seja, 1/3 da população de Mato Grosso. “A demanda na saúde é grande e com o consórcio buscamos a proposta mais vantajosa respeitando todos os princípios da administração pública, trazendo economia dos recursos públicos e atendendo nossa população”, disse Domingos.

A secretária municipal de Saúde de Várzea Grande, Deisi Bocalon, relata que com o Consórcio, o Município reduz custos e ganha em escala na prestação de serviços. “A gente está aqui pleiteando, justamente, melhorias dentro da região. Esse consórcio é muito importante para a baixada cuiabana e para os munícipes”, destaca.

O presidente da Comissão de Saúde do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE), conselheiro Guilherme Maluf, relata que o Consórcio entregou uma prestação de contas a qual demonstrou economicidade nas aquisições de insumos e de medicamentos. “Entendemos que o Consórcio é o modelo exato para compras coletivas. O Tribunal de Contas está sempre de portas abertas para orientar, analisar e discutir melhorias com Consórcios e prefeituras, pois todos querem o bem comum da sociedade”, relata.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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ALMT instala CST para fortalecer cadeia produtiva do baru

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) instalou, na manhã desta quinta-feira (29), a Câmara Setorial Temática (CST) do Baru, que terá 45 dias em 2026 para discutir propostas de políticas públicas permanentes voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva do fruto no estado.

O presidente da Câmara Setorial Temática (CST) do Baru, Jilson São Francisco da Silva, afirmou que a instalação dos trabalhos na Assembleia Legislativa para discutir os pontos fundamentais para o fortalecimento da cadeia produtiva do baru e seu potencial como atividade econômica para o estado de Mato Grosso.

Segundo ele, a CST terá um prazo inicial de aproximadamente 45 dias para desenvolver as atividades e elaborar uma versão preliminar das propostas, com previsão de apresentação entre os dias 10 e 15 de dezembro. A intenção é solicitar a renovação da CST a partir de fevereiro, na 21ª Legislatura, garantindo mais 180 dias para aprofundar os estudos e concluir os trabalhos com qualidade e competência.

Jilson da Silva explicou que o objetivo da Câmara é apresentar sugestões ao Poder Executivo estadual, às secretarias e aos órgãos responsáveis pelos programas oficiais e pelas políticas públicas de desenvolvimento econômico. “As propostas deverão contribuir para o aprimoramento das iniciativas existentes e para a criação de medidas que estimulem a cadeia produtiva do baru em Mato Grosso”, disse.

O secretário da CST, Ricardo Pavan, afirmou que uma máquina de tecnologia espanhola está sendo adquirida para viabilizar a primeira indústria de processamento de baru no Brasil. “Ela está em fase de validação em Mato Grosso, sendo utilizada em testes durante a safra mais recente. O equipamento é usado para quebrar o fruto do baru e extrair sua amêndoa. A aposta é superar um dos principais gargalos da cadeia produtiva da espécie nativa do cerrado: a industrialização”, disse Pavan.

Foto: Hideraldo Costa/ALMT

Pavan explicou que a tecnologia foi inicialmente testada na Europa e agora está sendo avaliada com o estoque de frutos reunido a partir da última safra. O equipamento é destinado à quebra do fruto para a retirada da semente, etapa fundamental para ampliar a capacidade de processamento e agregar valor à produção.

Segundo ele, além da amêndoa, utilizada na alimentação humana, o baru possui outras partes com potencial de aproveitamento industrial. “A polpa, por exemplo, pode ser transformada em ingrediente para a indústria alimentícia e também utilizada na fabricação de ração animal. Esse material apresenta fibras, carboidratos, proteínas e propriedades prebióticas, características que despertam o interesse do setor de alimentos”, explicou Pavan.

Ele afirmou que cada árvore do baru produza cerca de 150 quilos de frutos por safra, embora alguns exemplares possam alcançar de 400 a 500 quilos. “O aproveitamento desse potencial, entretanto, depende de soluções tecnológicas que permitam processar os frutos em escala comercial”, disse Ricardo Pavan.

A CST durante os trabalhos vai debruçar em seis eixos como, por exemplo, produção e base na coleta, plantio e organização dos extrativistas. Para isso vão firmar parcerias com a Embrapa, SENAR, UFMT, SEAF. O foco é de assistência técnica, cooperativas e mapa da cadeia em MT: municípios, comunidades, cooperativas e áreas de ocorrência.

Os outros eixos que a CST vai trabalhar é de ciência e nutrição em pesquisa sobre semente, polpa e endocarpo. A indústria e tecnologia para a quebra do fruto, processamento, padronização e logística. E a outra do mercado e promoção voltada à exportação, mercado nacional, merenda escolar e selo de origem de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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