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Festival de Parintins (AM) começa nesta sexta (27), a partir das 20h

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A espera acabou. Começa oficialmente nesta sexta-feira (27) o 58º Festival Folclórico de Parintins, no coração do Amazonas. A cidade está tomada pelas cores dos bois e pelo calor humano de quem vive essa tradição como uma paixão.

Após meses de preparação e expectativa, o bumbódromo se transforma novamente no palco de um dos maiores espetáculos a céu aberto do Brasil.

Caprichoso convida público a se reconectar com raízes ancestrais

Este ano, o boi Caprichoso leva a arena o tema “É tempo de retomada”. Uma narrativa que convida o público a reconexão com as raízes ancestrais, a espiritualidade indígena e a força da natureza. A proposta azulada foca no resgate da identidade e na construção de vínculos com a cultura amazônica.

Garantido exalta a força simplicidade e força da comunidade

Do outro lado, boi Garantido, aposta no enredo “Boi do Povo, Boi do Povão”, que exalta o sentido popular, a simplicidade e a força da comunidade. A proposta vermelha valoriza as tradições ribeirinhas e apresenta o boi como símbolo de luta, afeto e pertencimento.

E a cidade de Parintins já respira o clima do festival a semanas, mas a emoção tomou conta de vez ontem à noite com a tradicional festa dos visitantes e é hoje que começa a disputa.

Apresentações começam às 20h

O boi Garantido abre a primeira noite a partir das 20h. Seguido pelo Caprichoso, que entra 45 minutos depois, às 23h15. Cada boi tem 2h30 para se apresentar e encantar jurados e torcedores em três noites decisivas.

A energia que move a ilha é única: uma mistura de tradição, fé, arte e orgulho regional.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Flip 2026 celebra a força da língua portuguesa em Paraty

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Olá, gente amiga deste nosso programa, que se apressa em convidar toda a sua audiência a se sentir na paradisíaca cidade de Paraty, no Rio de Janeiro. A partir de amanhã e até o próximo domingo, a cidade vai reunir escritores, pensadores e artistas do Brasil e do mundo na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2026, que este ano tem como tema central “A energia da Língua Portuguesa!” 

Mais do que uma oportuna homenagem, o tema celebra a diversidade e a potência dessa nossa língua-mãe, que une mais de 260 milhões de falantes em todo o mundo.

Ao longo dos próximos cinco dias, a língua portuguesa vai ecoar nas mesas de debate, nas atividades programadas e nos diversos espaços da Flip, como a Tenda dos Autores, uma grande vitrine para livros que fazem história. Que o diga Cristina Serra, jornalista e apresentadora do programa Brasil no Mundo, da TV Brasil, que teve a oportunidade de lançar, na Flip de 2019, o livro que escreveu sobre a tragédia de Mariana.

Agora, outra obra marcada pela memória e pela busca por justiça chega ao evento.

Sete anos após perder seus dois únicos filhos e a nora, grávida de seu primeiro neto, no rompimento da barragem de Brumadinho, Helena Taliberti transforma o luto em literatura. Depois de criar o Instituto Camila e Luiz Taliberti, ela lança um relato autobiográfico que vai além da dor: é um grito contra o esquecimento e um convite à justiça, à memória e à vida.

O livro será lançado oficialmente na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), na Casa Ofício, no dia 25 de julho, às 11h30. Na obra, Helena registra sua trajetória de amor, sofrimento e ressignificação, convidando o público a refletir sobre o luto e a importância de preservar a memória.

O lançamento será marcado pelo painel “Semear futuros, cultivar a vida”, que reunirá Helena Taliberti, a jornalista, escritora e roteirista Jéssica Moreira, autora da coluna Morte sem Tabu, da Folha de S.Paulo, e o jornalista e escritor Jamil Chade, referência na cobertura de direitos humanos e crises humanitárias.


Fonte: EBC Cultura

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