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Michelly destaca importância do esporte nas escolas de Cuiabá

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Débora Inácio – Assessoria da vereadora Michelly Alencar

A vice-presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal, vereadora Michelly Alencar (União Brasil), usou a tribuna nesta quinta-feira (03/07) para destacar a relevância do Programa “Escola na Comunidade” — iniciativa que alia esporte, cultura e lazer ao ambiente escolar, fortalecendo o vínculo entre famílias e escolas em Cuiabá. A parlamentar também convidou a população para o lançamento oficial do programa, marcado para hoje às 18h, na Escola Municipal Tereza Lobo, no bairro Dom Aquino.

“No início do ano, falei sobre um sonho que existia no meu coração e que eu vinha tentando visualizar para Cuiabá. Hoje, isso se torna realidade. Começamos no Estado de Mato Grosso, com o esporte atrelado à escola, proporcionando qualidade de vida e lazer para as comunidades. Agora, o município de Cuiabá dá esse passo tão importante”, comemorou Michelly.

Segundo ela, o programa permitirá que 21 escolas da rede municipal permaneçam abertas no período noturno durante a semana e também aos sábados, com atividades esportivas e culturais para a comunidade.

“Temos bairros onde a única forma da população ter acesso ao esporte é dentro da escola, que conta com quadras, ginásios e equipamentos. À noite, os trabalhadores poderão jogar futsal, vôlei, praticar atividades com os filhos, frequentar aulas de dança e Zumba, e ainda haverá parceria com a Cultura para levar projetos culturais às escolas”, destacou.

Michelly reforçou que a iniciativa contribui para fortalecer os laços familiares e atua como prevenção social:

“Esse projeto vai proporcionar novas oportunidades para as famílias estarem juntas e tirar as crianças de outras possibilidades, como o crime e o tráfico, que infelizmente ainda são uma realidade em alguns bairros de Cuiabá”, afirmou.

A parlamentar também parabenizou a gestão municipal, destacando o secretário Amauri (Educação), o secretário Jefferson Neves (Esporte e Lazer) e o secretário Johnny Everson (Cultura) pela dedicação na implementação do programa.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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