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Polícia Civil prende quadrilha que transportava herbicida proibido em Cuiabá

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (DERFVA), prendeu em flagrante, nessa sexta-feira (5.7), quatro pessoas envolvidas em um esquema criminoso de transporte e comercialização de herbicida proibido, oriundo da Argentina, que estava sendo transportado no mesmo compartimento em que havia ração bovina. A prisão ocorreu em Cuiabá.

Durante diligências em busca de um veículo furtado em Cuiabá, investigadores interceptaram uma carreta que transportava ração animal e herbicida, considerado altamente tóxico.

O motorista da carreta e outros três homens, que estavam no veículo e que faziam o acompanhamento da carga, desde o sul do país, foram presos. Além do herbicida ilegal e da ração, foram apreendidos uma carreta, um veículo Tracker usado como “batedor” e R$ 18.262,00 em espécie. O prejuízo estimado da operação criminosa ultrapassa R$ 1 milhão.

Os quatro suspeitos foram autuados em flagrante pelos crimes de transportar produto tóxico ou nocivo à saúde (art. 56 da Lei 9.605/1998), vender produto impróprio para consumo (art. 7°, IX, da Lei 8.137/1990) e associação criminosa (art. 288 do Código Penal).

As investigações devem prosseguir na DERRFVA para identificação de outros envolvidos na organização criminosa e mapeamento da rede de distribuição do produto ilegal.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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