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Fortaleza celebra Dia de Iemanjá com festejos pela cidade

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Para uns, dia de Iemanjá, para outros, dia da padroeira de Fortaleza, Nossa Senhora da Assunção. Este 15 de agosto, coroa o sincretismo religioso tão marcante na cultura brasileira. A espiritualidade está em festa, tendo como foco a gratidão.  A presidenta da União Espírita Cearense de Umbanda, Mãe Tecla de Tupinambá, explica o significado da festa de Iemanjá.

“Uma das homenagens mais importantes que existe aqui no estado do Ceará. Através da festa de Iemanjá, começou nos anos 30, nos anos 40, com o Manuel Rodrigues de Oliveira, começamos a poder ter uma manifestação de matriz afrobrasileira, porque naquela época era totalmente proibido. A gente tinha que ir para dentro da mata escura para poder cultuar a nossa religião. 15 de agosto é de suma importância para nós umbandistas, pois nos anos 40, Manuel Rodrigues de Oliveira escolheu essa data por conta do sincretismo religioso, per ser a data padroeira de Fortaleza, Nossa Senhora da Assunção”.

Há 60 anos se comemora na Praia do Futuro o dia de Iemanjá. Mãe Tecla de Tupinambá destaca a figura de Iemanjá. “Iemanjá é a mãe de todos os orixás. Então, vem pessoas de todo o interior do estado, de outros estados para homenagear Iemanjá, para agradecer as graças recebidas com o tema desse ano ’60 anos de amor, luta e fé'”.

A programação começa às 8h. Haverá um cortejo com imagem da Rainha do Mar. As atividades prosseguem por todo dia na Praia do Futuro, com apresentações culturais, falas institucionais e rituais. Na Praia de Iracema, também haverá homenagens à Rainha do Mar. 


Fonte: EBC Cultura

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Festival do Museu Nacional reúne ciência e cultura no Rio de Janeiro

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promove neste domingo (30) a 8ª edição do Festival Museu Nacional Vive, uma celebração que reúne ciência e cultura em um só espaço. O evento acontece na Quinta da Boa Vista, no entorno da sede do museu, na zona norte do Rio de Janeiro.

O festival celebra a reconstrução da instituição quase oito anos após o incêndio de grandes proporções que atingiu o local, mostrando que o museu continua produzindo conhecimento por meio de diversas pesquisas. Uma das atrações do evento é a Tenda Científica, que reúne 23 atividades em áreas como biodiversidade e arqueologia, como explica a vice-diretora da instituição, Juliana Sayão:

“A Tenda Científica é um espaço muito especial, porque permite que o público tenha contato direto com a ciência que é produzida no museu. Teremos atividades práticas e interativas com pesquisadores e estudantes apresentando diferentes áreas do conhecimento. Será possível visitar o inflável do INCT Paleovert, que traz as pesquisas mais modernas na paleontologia de vertebrados, conhecer vestimentas, barracas com os nossos pesquisadores que desenvolvem pesquisa na Antártica, além da incrível diversidade dos peixes, dos besouros e de outros insetos.”

Juliana Sayão destaca ainda que o público também vai poder acompanhar o andamento da reconstrução do museu:

“O festival é uma oportunidade de mostrar ao público que a reconstrução do museu está acontecendo e que ela envolve muito mais do que a recuperação de um edifício. Envolve pesquisa, conservação, cuidado com os acervos e muito trabalho de diferentes profissionais. Algumas das atividades permitem justamente que o visitante conheça um pouco desse processo e veja que o museu continua produzindo conhecimento enquanto se reconstrói.”

O festival conta ainda com apresentações de circo, música e exposições do artista plástico Vik Muniz. O evento acontece das 10h às 16h, com entrada franca.
 


Fonte: EBC Cultura

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