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Fortaleza celebra Dia de Iemanjá com festejos pela cidade

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Para uns, dia de Iemanjá, para outros, dia da padroeira de Fortaleza, Nossa Senhora da Assunção. Este 15 de agosto, coroa o sincretismo religioso tão marcante na cultura brasileira. A espiritualidade está em festa, tendo como foco a gratidão.  A presidenta da União Espírita Cearense de Umbanda, Mãe Tecla de Tupinambá, explica o significado da festa de Iemanjá.

“Uma das homenagens mais importantes que existe aqui no estado do Ceará. Através da festa de Iemanjá, começou nos anos 30, nos anos 40, com o Manuel Rodrigues de Oliveira, começamos a poder ter uma manifestação de matriz afrobrasileira, porque naquela época era totalmente proibido. A gente tinha que ir para dentro da mata escura para poder cultuar a nossa religião. 15 de agosto é de suma importância para nós umbandistas, pois nos anos 40, Manuel Rodrigues de Oliveira escolheu essa data por conta do sincretismo religioso, per ser a data padroeira de Fortaleza, Nossa Senhora da Assunção”.

Há 60 anos se comemora na Praia do Futuro o dia de Iemanjá. Mãe Tecla de Tupinambá destaca a figura de Iemanjá. “Iemanjá é a mãe de todos os orixás. Então, vem pessoas de todo o interior do estado, de outros estados para homenagear Iemanjá, para agradecer as graças recebidas com o tema desse ano ’60 anos de amor, luta e fé'”.

A programação começa às 8h. Haverá um cortejo com imagem da Rainha do Mar. As atividades prosseguem por todo dia na Praia do Futuro, com apresentações culturais, falas institucionais e rituais. Na Praia de Iracema, também haverá homenagens à Rainha do Mar. 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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