Saúde
Novo colágeno da JBS, Genu-in® Life Skin promove mais firmeza e elasticidade da pele, segundo pesquisa
Saúde
Um estudo conduzido por pesquisadores brasileiros, publicado no Journal of Medicinal Food, confirma que a suplementação oral com colágeno oligopeptídico promove melhorias significativas na firmeza e elasticidade da pele em poucas semanas de uso. A pesquisa, realizada com 85 mulheres entre 45 e 60 anos, utilizou um modelo duplo-cego, randomizado e controlado por placebo. Os resultados indicam que o suplemento estimula a produção de componentes essenciais para a saúde da pele, como colágeno tipo I, decorina, biglicano e ácido hialurônico.
Além disso, foi observada a redução da atividade de enzimas que degradam essas estruturas. Ao mesmo tempo, houve um aumento dos níveis de uma proteína inibidora natural dessas enzimas, e um estímulo à produção de ácido hialurônico – molécula considerada essencial para a hidratação e o volume da pele. Esses efeitos combinados favorecem a renovação da matriz extracelular e o fortalecimento do tecido cutâneo, contribuindo para uma pele mais firme, elástica e resistente ao envelhecimento e ações do dia a dia, como exposição solar, poluição e os movimentos naturais do rosto.
Os efeitos do produto foram avaliados de forma progressiva no estudo, com análises realizadas após 4, 8 e 12 semanas de uso. Já nas primeiras 4 semanas, observou-se um aumento significativo na firmeza e na elasticidade da pele em comparação ao placebo. Após 8 semanas, a melhora ficou ainda mais notável com 9,7% de aumento na firmeza e 6,8% na elasticidade. Ao final de 12 semanas de suplementação contínua, os resultados foram ainda mais expressivos: todas as participantes apresentaram aumento da elasticidade e melhora na firmeza da pele, com um ganho médio de 12,2%. As medições foram realizadas por meio de equipamentos instrumentais padronizados.
Esses resultados embasam o lançamento do Genu-in® Life Skin, o primeiro colágeno padronizado do mercado com efeito 360° no corpo e ação potencializada sobre a pele. O produto foi desenvolvido pela Genu-in, empresa da JBS Novos Negócios, um grupo de unidades de negócio da JBS que promove a economia circular a partir da transformação de coprodutos em produtos de alto valor agregado, como colágeno e gelatina. Com tecnologia inédita, o Genu-in® Life Skin apresenta identificação e padronização de todas as sequências peptídicas que garantem a uniformidade da composição e da funcionalidade em cada lote, eliminando as variações comuns em produtos à base de colágeno e garantindo uma entrega consistente dos benefícios clínicos observados.
“O Genu-in® Life Skin representa um avanço no mercado de colágeno e nossa entrada no segmento de saúde e beleza. Com nossa tecnologia inédita, Peptide Profile Tailoring, conseguimos oferecer um ingrediente padronizado, o primeiro completamente caracterizado – não apenas em relação ao perfil de peso molecular, mas também com a identificação precisa de todos os peptídeos presentes na composição. Esta abordagem garante eficácia comprovada, atendendo à crescente demanda por soluções integradas de saúde e beleza”, afirma Vivian Zague, diretora de Pesquisa, Saúde e Nutrição da JBS.
Os peptídeos bioativos são pequenas partículas de colágeno, que são facilmente absorvidas pelo corpo. Esses peptídeos especiais atuam nas camadas mais profundas da pele, – como sinalizadores celulares ou mensageiros biológicos – incentivando a produção natural de colágeno e ajudando a reparar a estrutura da pele. Com o passar dos anos, a produção natural de colágeno diminui – processo que leva à perda de sustentação da pele, aparecimento de rugas e flacidez. O Genu-in® Life Skin chega ao mercado B2B como um ingrediente de alta performance, destinado a ser incorporado em produtos de marcas parceiras no varejo. A dose diária recomendada é de 10g de colágeno.
A produção do Genu-in® Life Skin é realizada em uma fábrica 4.0 em Presidente Epitácio, no interior de São Paulo. Em operação desde agosto de 2022, a unidade é responsável por produzir anualmente 6 mil toneladas de peptídeos de colágeno, além de 6 mil toneladas de gelatina, para atender clientes em diferentes países. Com investimento de R$ 400 milhões, a planta é a mais moderna do setor no Brasil e a única 100% automatizada, utilizando como insumo a pele de bovinos proveniente da cadeia de produção da JBS, reforçando o compromisso da empresa com a economia circular.
“Na Genu-in, aplicamos ciência e tecnologia para transformar o que antes era um coproduto descartado em ingredientes de alto valor biológico. O Genu-in® Life Skin é um exemplo concreto de como a economia circular se materializa na JBS – utilizamos a subderme do couro bovino como matéria-prima principal para produzir colágeno, criando soluções inovadoras e sustentáveis para a saúde e o bem-estar das pessoas. É assim que transformamos subprodutos em produtos de alto valor agregado”, destaca Ricardo Gelain, diretor-executivo da Genu-in.
Saúde
Hospital Central completa 100 dias de operação com cerca de 3 mil procedimentos realizados
Responsável por implantar a cirurgia robótica no Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso, o Hospital Central de Alta Complexidade, unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, completa 100 dias de operação nesta quarta-feira (29.4).
Ao longo deste período, a unidade já realizou mais de 2.600 consultas em sete especialidades médicas, mais de 15.400 exames de imagens e de análises clínicas, além de 290 cirurgias, dentre elas 11 robóticas.
Desde o início dos serviços do Hospital Central, em 19 de janeiro de 2026, os cuidados de saúde de alta complexidade na unidade estão disponíveis para moradores dos 142 municípios de Mato Grosso. A implantação dos serviços ganha escala a cada mês.
Já em fevereiro, o centro cirúrgico começou a realizar os procedimentos programados. Em março, entraram em operação as UTIs Adulto e Pediátrica. Atualmente, as especialidades ofertadas são cirurgia ortopédica pediátrica, cirurgia pediátrica, urologia, cirurgia do aparelho digestivo, ginecologia, cardiologia e anestesiologia. Ao todo, serão dez especialidades em plena operação em 2026.
Alguns serviços foram ampliados e estão sendo ofertados além do programado. A cardiologia pediátrica encerrou abril com 76 consultas realizadas e cerca de 27 procedimentos invasivos. O atendimento ginecológico foi antecipado de abril para março, com oferta de consultas e exames voltados ao diagnóstico precoce. A neurocirurgia também teve seu início antecipado, passando a absorver casos de altíssima complexidade. Já os primeiros procedimentos invasivos, como cirurgias cardíacas e intervenções de hemodinâmica pediátrica, estão previstos para o primeiro semestre.
“Ainda que a implantação se dê de forma gradativa, atingimos resultados que superam as expectativas. E o que esperamos é ampliar cada vez mais nossa capacidade, extrapolando as metas”, pontua a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor.
Um dos principais feitos foi a realização, pela primeira vez pelo SUS no Estado, de procedimentos cirúrgicos de robótica. Assim que iniciada a operação do centro cirúrgico, ainda em fevereiro, a primeira intervenção de retirada total da próstata para tratamento de câncer foi realizada. Outro procedimento foi realizado em março. Já no último fim de semana, integrantes da equipe do programa de cirurgia robótica do Einstein estiveram em Cuiabá e, junto a outros quatro urologistas do Hospital Central, realizaram o mutirão de prostatectomia em nove pacientes.
O programa de robótica do Einstein já acumula mais de 16 mil procedimentos realizados e mais de mil profissionais capacitados, sendo a principal plataforma de ensino da América Latina na área. Em Cuiabá, essa expertise já começa a ser transferida: 13 profissionais do Hospital Central, entre médicos urologistas, ginecologistas, cirurgiões pediátricos e do aparelho digestivo, além de enfermeiros e técnicos de enfermagem, já passaram pela capacitação. Ao longo do ano, outras especialidades serão contempladas além da urologia.
O quadro de profissionais também é outro fator de expansão gradativa do Hospital Central. A unidade já conta com mais de 1.000 colaboradores, além de um time de 351 médicos de 36 especialidades diferentes. Quase 30% desses especialistas optaram por mudar de Estado pela oportunidade de atuar na unidade. Até a implantação plena, mais de 2 mil profissionais atuarão na unidade.
“Este é um projeto de parceria entre o Einstein e o Governo do Estado para garantir a entrega a toda população de uma saúde pública eficiente, vocacionada à excelência e com um time grande de talentos. E os primeiros 100 dias do Hospital Central já demonstram que isso é possível”, acrescenta Alessandra Bokor.
Sobre o Einstein
O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statist Inc.
Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.
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