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Sedec busca soluções inovadoras para o setor de sementes em missão técnica internacional

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A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec) participa da viagem técnica organizada pela Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), realizada entre os dias 23 e 31 de agosto de 2025, nos Estados Unidos. O objetivo é promover intercâmbio de conhecimento, conhecer novas tecnologias e fortalecer conexões estratégicas.

A iniciativa reúne produtores de sementes, parlamentares e representantes do setor agrícola nacional, ampliando horizontes e possibilitando o diálogo direto com instituições e empresas de referência internacional.

Durante o roteiro, a comitiva visitará GDM Seeds, BASF, Stine Sementes, Syngenta, Bayer e Corteva, empresas líderes em inovação tecnológica. A programação prevê reuniões técnicas, visitas a unidades de pesquisa e contato direto com as mais recentes soluções aplicadas à produção de sementes.

A missão também representa uma oportunidade de alinhar experiências internacionais às demandas regionais, com foco em inovação, sustentabilidade, aumento da produtividade e soluções aplicáveis à realidade mato-grossense, além de ampliar o diálogo com atores nacionais e internacionais do setor.

Para o secretário adjunto de Indústria, Comércio e Incentivos Programáticos, Anderson Lombardi, a participação do Estado na missão representa um passo importante na busca por maior competitividade e na consolidação de parcerias estratégicas no cenário global.

“Essa missão abre portas para que Mato Grosso conheça de perto tecnologias de ponta e traga soluções que possam fortalecer nossa produção de sementes e impulsionar o desenvolvimento do Estado. Mais do que uma viagem técnica, se trata de uma oportunidade de aprendizado e integração internacional, que certamente resultará em ganhos para toda a cadeia produtiva e para a economia mato-grossense”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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Bancada de MT no Senado é unânime pelo fim da Escala 6×1

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Os três senadores de Mato Grosso, Carlos Fávaro (PSD), Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL), votaram favoráveis à PEC que coloca fim à Escala 6 x 1 de trabalho. A proposta foi aprovada por 75 votos a 1 na noite desta quarta-feira (14) no Senado.

Sem conquistar a reeleição ao Senado no pleito deste ano, Carlos Fávaro declarou que só por votar essa proposta valeu a pena ter sido senador. “É mais dignidade para todos os trabalhadores e trabalhadoras do nosso Brasil”, afirmou nas redes sociais.

Jayme Campos, que não disputou nenhum cargo e encerra o mandato no fim de janeiro, afirmou que a aprovação da PEC garante “dignidade, qualidade de vida e descanso” aos trabalhadores brasileiros. “Como senador de Mato Grosso, fiz questão de estar ao lado dos trabalhadores nessa decisão. Seguimos avançando para transformar essa conquista em realidade”, assinalou.

Líder do bloco Moderador no Senado, o senador Wellington Fagundes havia defendido a liberação da bancada a se posicionar sobre aa proposta. A matéria era considerada polêmica por ser votada às vésperas do 2º turno e colocava em xeque senadores aliados de Flávio Bolsonaro (PL).

“O posicionamento de Rogério Marinho [coordenador da campanha de Flávio] é pela abstenção, mas a maioria da bancada avalia que os senadores devem se posicionar”, declarou Fagundes, antes da votação, ao Jornal O Globo.

A PEC

A PEC do fim da jornada 6×1 altera a Constituição para diminuir as horas de trabalho semanais de 44 para 40 horas. Também estabelece que é necessário garantir dois dias de folga remunerada, um deles preferencialmente aos domingos.

A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Um desses dias deve ser preferencialmente o domingo.

A oposição ao governo Lula tentou alterar a PEC do fim da 6×1 para retirar redução de jornada proporcional para trabalhadores que hoje já trabalham menos de 40 horas por leis específicas. A emenda, no entanto, foi retirada após acordo.

Período de transição

Para que os trabalhadores brasileiros cheguem às 40 horas semanais com dois dias livres, haverá um período de transição.

Se aprovada em segundo turno, a PEC ainda precisa ser promulgada para entrar em vigor. Depois disso, segue o seguinte calendário:

– em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado;

– em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas.

A mudança não será aplicada para trabalhadores com ensino superior que ganhem por mês mais de 2,5 vezes o teto do INSS, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês.

 

 

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