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Alunos de Cuiabá são protagonistas de peça de teatro para educação no trânsito

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A 20ª edição do Festival Temático de Trânsito foi iniciada na tarde desta segunda-feira (1º), no auditório da Escola Estadual Liceu Cuiabano. As apresentações ocorrerão até sexta-feira (5). Confira a programação: https://cuiaba.mt.gov.br/storage/webdisco/2025/09/01/outros/2025-09-01-17-50-sei-67167602-relacao-cronograma-etapa-cuiaba-3-1-68b61512f3e2b.pdf

No evento, crianças participam de peças de teatro cujo conteúdo é educativo, destinado à conscientização no trânsito, abordando, por meio da arte, o cumprimento das leis do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e a responsabilidade mútua de motoristas, pedestres e ciclistas para que o trânsito flua sem ocorrências graves.

Trata-se de um evento que é resultado de uma parceria da Prefeitura de Cuiabá, via Secretaria Municipal de Educação, com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O primeiro dia contou com a participação de crianças de 4 a 11 anos das EMEBs (Escolas Municipais de Educação Básica) Ana Teresa Arcos Krause e Osmar José do Carmo Cabral.

Primeiro, houve uma apresentação musical com clássicos da MPB (Música Popular Brasileira) e o Hino Nacional.

Em seguida, as crianças foram protagonistas de três peças teatrais com os temas “O Tomatinho Vermelho no Trânsito”, “No Trânsito a Vida é Mais Importante” e “Atenção no Trânsito”.

“É um projeto que nasceu para salvar vidas. Levar a conscientização às crianças e colaborar com a formação de um futuro e presente melhores. Desde a primeira infância até o ensino médio”, ressalta o secretário municipal de Educação, Amauri Monge Fernandes.

O agente da Polícia Rodoviária Federal, Enéias Cavalcante da Silva, integra o grupo especializado em educação no trânsito da corporação. Ele ressalta a importância de conscientizar crianças e adolescentes a respeito da segurança no trânsito. “Atraímos pela arte o despertar da consciência. Muitos adolescentes egressos do ensino médio estão próximos de tirar a Carteira de Habilitação. E as crianças são o futuro do país”, disse.

“São 640 alunos envolvidos neste projeto, o que torna o trabalho ainda mais gratificante”, reforça a assessora pedagógica Andréia Mesquita Foratto.

#PraCegoVer

A foto ilustra duas pessoas fantasiadas no palco de um auditório. Ambas participam de uma peça de teatro. No fundo, é possível visualizar uma plateia.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Katiuscia propõe programa para prevenir feminicídios e defende afastamento de agressores

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Com o número alarmante de 35 mulheres vítimas de feminicídio em Mato Grosso em 2026, a vereadora de Cuiabá Katiuscia Manteli (Podemos) apresentou na Câmara Municipal de Cuiabá o Programa Mulher Viva. O programa tem com objetivo implementar medidas de prevenção para impedir que casos de violência doméstica evoluam para assassinatos.

Katiuscia afirmou que o enfrentamento ao feminicídio precisa ocorrer antes do crime. Ela defendeu medidas mais rigorosas contra agressores identificados como uma ameaça à vida de mulheres. Mato Grosso está no topo do ranking brasileiro de feminicídio, em 2025, o estado registrou 54 feminicídios.
Katiuscia que é candidata à deputada federal, garantiu que se eleita também levará a proposta à Câmara Federal.

“Quando o Poder Público concede um botão do pânico ou uma medida protetiva a uma mulher, ele está reconhecendo que a vida desta mulher está em risco; que ela pode sim morrer”, afirmou Katiuscia.

Programa Mulher Viva

O Programa Mulher Viva está estruturado em quatro eixos: prevenção, proteção, responsabilização e reconstrução de vidas. A vereadora argumenta que medidas punitivas, embora necessárias, são adotadas depois que o crime já ocorreu e, por isso, precisam ser acompanhadas de ações preventivas.

“O feminicídio é um crime anunciado. Antes da morte, vem a violência. Vem a violência doméstica. Antes de ser morta, essa mulher foi violentada, essa mulher foi agredida, essa mulher foi torturada”, declarou Katiuscia.

A parlamentar também destacou o risco enfrentado por mulheres que decidem romper relacionamentos abusivos. Segundo ela, situações de dependência emocional e financeira podem dificultar o fim do ciclo de violência, enquanto a separação pode representar um período de maior vulnerabilidade diante de ameaças do agressor.

A proposta defendida por Katiuscia prevê uma resposta mais rigorosa em situações consideradas de alto risco, com foco no afastamento do agressor antes de uma eventual escalada da violência.

Ao tratar do endurecimento das penas, a vereadora afirmou que a punição dos responsáveis não é suficiente para reverter as consequências do feminicídio. “Temos que endurecer as penas, temos que buscar meios de que ele pague por isso, mas não vai trazer a vida dessa mulher de volta. Vai ser mais uma família acabada, mais filhos órfãos”, disse.

Katiuscia encerrou o pronunciamento defendendo que as medidas de prevenção sejam direcionadas também aos potenciais agressores. “Precisamos privar da liberdade o futuro feminicida, e não a vítima, e não a sua família. É esse o projeto, o programa que nós temos hoje apresentado como um projeto para a Câmara Federal”, concluiu.

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