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Campanha quer valorizar papel do jovem na defesa da democracia

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Valorizar os jovens e seu papel na defesa da democracia, além de fortalecer a expressão como manifestação cultural e ferramenta de transformação social. Essa é a ideia da campanha Amplifique Democracia, lançada nesta semana pelo Ministério da Cultura. A ação é coordenada pelo Instituto Trocando Ideias, que dá apoio técnico no auxílio e execução de políticas públicas para a cultura.

Um dos propagadores dessas ações são os agentes Cultura Viva, jovens de 18 a 24 anos formados pela rede de Pontões de Cultura, que atuam no mapeamento, diagnóstico, formação, articulação e mobilização da rede de Pontos de Cultura no país.

Além deles, os Agentes Territoriais de Cultura desenvolvem ações de mapeamento participativo, comunicação e mobilização social, além de receberem formação voltada ao desenvolvimento cultural e territorial de suas comunidades.

Uma extensa programação foi destaque neste fim de semana com o Circuito Cultura Viva Hip-Hop, no Rio de Janeiro. Shows, batalhas de rimas e oficinas marcaram o evento. Lideranças do Hip-Hop aproveitaram a ocasião e se reuniram com gestores públicos para debater sobre políticas culturais.


Fonte: EBC Cultura

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Coleção de cordel de Liêdo Maranhão ganha mostra em Olinda

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Uma das referências como colecionador da Literatura de Cordel brasileira – Liêdo Maranhão – terá parte de seu acervo disponível ao público a partir deste sábado, em Olinda, Pernambuco. A Casa da Memória Popular abrirá para visitação a exposição  “100 Anos de Liêdo Maranhão – A Política no Universo do Cordel”. 

Cerca de 120 folhetos de cordel da coleção particular de Liêdo estarão expostos na Casa da Memória Popular, espaço cultural fundado pelo próprio cineasta, escritor, pesquisador e colecionador pernambucano. A exposição também é uma homenagem ao centenário de nascimento do cineasta, ocorrido em 2025. Ele faleceu em 2014, no Recife.  

As publicações em cordel presentes na exposição trazem um recorte da política brasileira entre as décadas de 1960 e 1990 pelo olhar dos poetas populares. Por meio das rimas, narrativas e imagens das tradicionais xilogravuras, os cordelistas escrevem sobre fatos históricos, personalidades políticas, questões sociais e as transformações pelas quais o Brasil passou nos últimos 40 anos do século passado. 

A exposição conta com trabalhos dos cordelistas José Bernardo da Silva, Manoel D’Almeida Filho, J. Borges, Rodolfo Coelho Cavalcante, Heleno Francisco, entre outros.

A mostra deve ficar aberta ao público pelos próximos 45 dias. A visitação acontece de terça a sábado e precisa de agendamento.

Liêdo Maranhão se dedicou, entre outras funções, à pesquisa e preservação da cultura popular, reunindo mais de 25 mil peças relacionadas ao assunto. 


Fonte: EBC Cultura

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