Cuiabá

Prefeitura promove 35 ações de revitalização em espaços esportivos durante agosto

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, concluiu no mês de agosto um conjunto de 35 intervenções de manutenção e revitalização em equipamentos esportivos distribuídos pela capital. O trabalho foi realizado em parceria com a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) e a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras.

As melhorias contemplaram miniestádios, campos de futebol, quadras poliesportivas e ginásios, com serviços que variaram entre corte de grama, limpeza externa, retomada de obras paralisadas e reformas estruturais. Do total de atendimentos, foram 23 cortes de grama, 10 limpezas, uma retomada de obra e uma reforma.

Entre os locais beneficiados estão os miniestádios dos bairros Jardim Cuiabá, Primeiro de Março, Santa Izabel, Nova Esperança, Jardim Ubatã, Três Barras, Mãe Santa (Novo Terceiro), Tijucal, Pascoal Ramos, Pedra 90, São João Del Rey, Osmar Cabral, Praeirinho e Prossol. Também receberam melhorias os campos Dona Benedita, Ohara, União Nova Esperança 02, Campinho Araés, Itapajé, Residencial Coxipó, Mossoró e Jardim Vitória, além do Ginásio do Planalto, da Arena Novo Paraíso e da Quadra Poliesportiva Alice Novak.

O secretário municipal de Esportes e Lazer, Jefferson Neves, destacou que o conjunto de ações busca garantir ambientes adequados e seguros para o uso da população.
“Nosso objetivo é assegurar que os espaços esportivos de Cuiabá estejam sempre prontos para atender a comunidade, promovendo saúde, qualidade de vida e integração social por meio do esporte”, afirmou.

Com esse cronograma de atendimentos, a gestão municipal reforça o compromisso de incentivar a prática esportiva e oferecer áreas revitalizadas para o lazer e convivência das famílias cuiabanas.

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Cuiabá

Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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