Cultura
Seminário Brasileiro de Museologia de Terreiro acontece hoje no Rio
Cultura
O Rio de Janeiro é palco do Primeiro Seminário Brasileiro de Museologia de Terreiro, nesta terça-feira (9), na Superintendência do Iphan, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. O evento é uma realização da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, do Ilê Omolu Oxum e da Defensoria Pública da União, e reúne gestores, pesquisadores, professores e lideranças religiosas de todo o país.

Durante o seminário, serão debatidos temas como “preservação do sagrado e combate ao racismo religioso”, “fortalecimento do patrimônio cultural de terreiro”, “vestir e conservar a roupa de Santo” e “Museologia de Terreiro”.
Entre os destaques da programação estão o lançamento do primeiro mapeamento nacional de museus de terreiros de Umbanda e Candomblé; a criação da Rede Nacional de Museus de Terreiro, a partir dos 32 museus já mapeados; além de debates sobre a preservação da memória e do patrimônio cultural afro-brasileiro nos terreiros, o enfrentamento ao racismo religioso e reflexões sobre acervos tombados pelo Iphan que reúnem objetos sagrados e históricos de religiões de matriz africana.
O Seminário vai até às 18h e pode ser acompanhado ao vivo pelos canais do Iphan e da Unirio no YouTube.
Cultura
Musicoterapia usa recursos sonoros em processo terapêutico
Ouvir música pode ter mais poder do que se imagina. Alguns segundos com um par de fones de ouvido são capazes de acalmar, trazer de volta uma lembrança distante e promover mudanças comportamentais. A musicoterapia é um tratamento que utiliza recursos sonoros e musicais dentro de um processo terapêutico. A musicoterapeuta Gilda Maia explica como funciona o trabalho.

“A musicoterapia, ela está dentro do campo da saúde. Ela é uma área terapêutica que utiliza a música e os seus elementos, como ritmo, melodia, harmonia, a voz, os sons, o movimento, dentro de um processo terapêutico conduzido pelo musicoterapeuta.”
A música é favorável para pessoas que apresentam atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor. No tratamento desses pacientes, que podem ter dificuldade de linguagem e interação, as melodias auxiliam a expressar emoções e desenvolver habilidades comunicativas, por exemplo. A musicoterapeuta Gilda Maia explica como funciona.
“Através da cantoterapia, por exemplo, podemos trabalhar a percepção corporal, a respiração, a expressão e a relação com a própria voz. Em outros contextos, recursos sonoros e vibroacústicos também podem ser utilizados de acordo com os objetivos terapêuticos.”
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