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Foragido por estupro de enteado no Tocantins é preso pela Polícia Civil em Vila Rica

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Um homem foragido do estado de Tocantins pelo crime de estupro de vulnerável teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso, na tarde desta quinta-feira (11.9), após ser localizado na cidade de Vila Rica.

A prisão do procurado ocorreu em ação realizada pelos policiais da Delegacia Regional de Vila Rica, Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol), com apoio da Delegacia de Apoio a Vulneráveis, da Polícia Civil de Tocantins e Polícia Federal de Redenção, estado do Pará.

O suspeito estava com a ordem de prisão preventiva decretada pela Justiça em razão de abuso sexual praticado contra sua enteada de apenas 7 anos de idade, entre os anos de 2016 e 2017.

Segundo informações, o padrasto aproveitava o período noturno para entrar no quarto da menor e praticar os abusos. Para não ser descoberto, o suspeito ameaçava a vítima, dizendo que caso contasse para alguém, mataria sua mãe e seus irmãos.

Após troca de informações, entre as Polícias Civis de Tocantins e de Mato Grosso e da Polícia Federal do Pará, foi possível chegar ao paradeiro do suspeito na cidade de Vila Rica. Com base nas informações, a equipe da Polícia Civil do município realizou diligências conseguindo localizar o procurado e dar cumprimento à ordem judicial.

A prisão integra os trabalhos da operação Amón foi deflagrada pelo Núcleo de Inteligência da Regional de Vila Rica com objetivo de localizar e dar cumprimento a mandado de prisão contra foragidos da Justiça.

O nome da operação, Amón vem do grego e tem o significado de “oculto”, “escondido”.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Saiba quem são os servidores da SES investigados por extorquir colega em mais de R$ 1,1 milhão

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Conteúdo/ODOC – Os servidores Deiwson Ortelhado e Fernanda Leite da Matta, ambos lotados no setor administrativo da Secretaria de Estado de Saúde (SES), são os principais alvos da Operação Laço Oculto, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (21).

Eles são investigados por integrar um suposto esquema de extorsão que teria causado prejuízo superior a R$ 1,1 milhão a uma colega de trabalho.

Segundo a investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), os dois teriam se aproveitado da confiança e da vulnerabilidade emocional da servidora para convencê-la de que ela e seus familiares estavam sendo ameaçados por agiotas, exigindo pagamentos sucessivos para supostamente quitar uma dívida.

O esquema teria começado em 2022, quando Deiwson pediu que a vítima emprestasse sua conta bancária alegando precisar pagar um agiota.

A partir daí, conforme a Polícia Civil, os investigados passaram a sustentar uma falsa narrativa de que a servidora também havia se tornado alvo dos criminosos.

De acordo com a apuração, Fernanda reforçava a versão, afirmando viver a mesma situação e dizendo que intermediava negociações para impedir ataques contra as famílias das duas.

Enquanto isso, novas cobranças eram feitas sob o argumento de que a dívida aumentava constantemente por causa dos juros.

Dominada pelo medo, a vítima realizou diversas transferências entre 2022 e 2025. Para atender às exigências, ela contraiu empréstimos, utilizou limite de cartões de crédito, resgatou recursos da previdência privada e empregou dinheiro reservado para construir a própria casa e garantir o futuro dos filhos.

Ainda segundo a investigação, a servidora também foi convencida a financiar, em seu nome, uma caminhonete destinada ao marido de Fernanda, permanecendo responsável pelo pagamento das parcelas.

O esquema só foi interrompido quando o marido da vítima percebeu o abalo emocional da esposa, descobriu as transferências e impediu que ela continuasse mantendo contato com a investigada. Em seguida, o caso foi denunciado à Polícia Civil.

A quebra do sigilo bancário confirmou que a vítima transferiu R$ 1.132.680 diretamente para a conta de Fernanda.

A análise financeira ainda apontou que parte dos valores foi repassada a outras pessoas ligadas ao grupo investigado.

Os investigadores também identificaram movimentações incompatíveis com a renda dos suspeitos, intensa circulação de dinheiro, milhares de saques em espécie e indícios de ocultação de patrimônio por meio de terceiros, o que pode configurar lavagem de dinheiro.

A Operação

Na manhã desta terça-feira, a Polícia Civil cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em imóveis, uma ordem de busca e apreensão de veículo, cinco mandados de sequestro de bens e três determinações de bloqueio de ativos financeiros. As medidas podem alcançar mais de R$ 3,3 milhões.

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá e Várzea Grande e têm como alvos servidores da Secretaria de Estado de Saúde, um policial militar e outras pessoas ligadas ao fluxo financeiro identificado durante as investigações.

A SES informou que colaborou com os trabalhos da Polícia Civil. Já a Corregedoria da Polícia Militar acompanha o cumprimento das medidas relacionadas ao policial investigado.

Segundo a Polícia Civil, a Operação Laço Oculto busca recuperar os valores obtidos por meio da suposta extorsão, além de apreender documentos e equipamentos eletrônicos que possam esclarecer a participação de cada investigado e subsidiar a apuração de possíveis crimes de agiotagem e lavagem de dinheiro.

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