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Tenente-coronel da Polícia Militar assume comando do Ciopaer

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) empossou nesta sexta-feira (12.9) o tenente-coronel da Polícia Militar Thiago Braz de Oliveira como novo coordenador do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer). Ele substitui o coronel PM Ernesto Xavier Lima Júnior, que esteve à frente da unidade por quatro anos e agora assume o comando do 1º Comando Regional da PM, em Cuiabá.

A cerimônia foi realizada no hangar do Ciopaer, no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, e contou com a presença do secretário de Segurança Pública, coronel PM César Roveri.

Em seu discurso, Roveri agradeceu ao coronel Lima Júnior pela dedicação e destacou o crescimento da unidade nos últimos anos.

“O Ciopaer cresceu muito nos últimos anos e isso também se deve à sua liderança, junto com os homens e mulheres que compõem a unidade. O senhor demonstrou um trabalho de excelência, integrando as forças de segurança e outras secretarias. Só temos a agradecer pela contribuição à história do Ciopaer. Agora, damos as boas-vindas ao novo comandante, que dará continuidade com firmeza e dedicação, apoiando ações de combate à criminalidade, facções criminosas, operações de resgate, queimadas e outras demandas”, afirmou Roveri.

Ao assumir o comando, o tenente-coronel Thiago Braz ressaltou a responsabilidade de liderar uma unidade estratégica para o Estado, que presta apoio não apenas às forças de segurança, mas também a outras áreas da administração pública.

“O Ciopaer é uma unidade muito especial. Cresceu tanto que hoje atende à aviação do Estado como um todo. A expectativa é altíssima, não só minha, mas de todos os servidores, que querem colaborar ainda mais com as políticas públicas. É uma grande responsabilidade, porque precisamos, no mínimo, manter essa estrutura que se tornou uma das maiores do país no âmbito da segurança pública. É um prazer enorme assumir o comando desta equipe, da qual faço parte há 16 anos, mesmo com idas e vindas. Sempre estive vinculado à aviação e pude colaborar no crescimento da unidade”, destacou.

Em sua fala de despedida, o coronel Ernesto Lima Júnior agradeceu à equipe, aos estagiários, à família e ao Governo de Mato Grosso pelo investimento que possibilitou o fortalecimento do Ciopaer.

“O Governo investiu de maneira extraordinária no crescimento do Ciopaer, com aquisição de aeronaves e ampliação de convênios com outras instituições. A gestão do governador Mauro Mendes foi marcada por avanços significativos, que certamente terão continuidade. Participamos de inúmeras operações, inclusive de caráter social, que resultaram no salvamento de muitas vidas, dentro e fora do Estado”, ressaltou.

Também estiveram presentes na solenidade: secretário adjunto de Segurança Pública, coronel Heverton Mourett; secretário adjunto de Integração Operacional, coronel Fernando Augustinho; secretário adjunto de Administração Sistêmica, tenente coronel Thiago Vinicius; delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel; comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Flávio Glêdson; comandante adjunto da PMMT, coronel André Willian Dorileo, entre outras.

O novo comandante

O tenente-coronel PM Thiago Braz de Oliveira ingressou na Polícia Militar em janeiro de 2004, por meio do Curso de Formação de Oficiais (CFO), e em 2009 passou a integrar o Ciopaer como piloto de asa fixa, em um serviço que ainda estava em fase inicial.

Na unidade, exerceu funções de liderança em diferentes áreas, como contratos e licitações, projetos, operações e capacitação. Também foi um dos responsáveis pela implantação do serviço aeromédico no Ciopaer, realizando o primeiro voo nessa área em abril de 2020.

Em 2021, conduziu o voo inaugural do jato adquirido pela corporação, transportando dois pacientes para São Paulo e Curitiba para cirurgias de transplante de órgãos.

Em janeiro de 2023, deixou o Ciopaer para assumir o cargo de subchefe do Gabinete Militar.

Fonte: Governo MT – MT

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“Consórcio Lula-Moraes não deu certo e está ajudando o Flávio”

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O candidato ao Senado José Medeiros (PL-MT) afirmou que o desgaste do presidente Lula (PT) e do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), impulsionou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.

Há uma onda de que esse consórcio Lula-Moraes não deu certo e as pessoas querem se livrar desse jogo

Segundo ele, a crise envolvendo o Governo e o Supremo provocou uma reação contra o que chamou de “consórcio Lula-Moraes”.

“Moraes passou de todas as injustiças, tudo que ele fez, o tanto que prejudicou, não só Mato Grosso. Há uma onda de que esse consórcio Lula-Moraes não deu certo e as pessoas querem se livrar desse jogo”, afirmou.

“Temos que voltar a liberdade de imprensa, temos que voltar o país à normalidade e isso está ajudando o Flávio”, disse.

A declaração ocorre em meio às repercussões do caso Banco Master, que colocou Moraes no centro de questionamentos sobre sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Segundo documentos analisados pela Polícia Federal, houve encontros entre os dois e um contrato de R$ 131 milhões entre o banco e o escritório de advocacia da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes. O escritório confirmou que Moraes teve acesso ao documento para verificar possíveis impedimentos legais. O ministro afirma que não julgou processos relacionados ao Banco Master.

O episódio também passou a ser explorado pela campanha de Flávio, que busca associar as controvérsias envolvendo o STF ao governo Lula. O caso ocorre em meio à aproximação entre os dois nas pesquisas eleitorais.

Levantamento Nexus/BTG divulgado nesta segunda-feira (21) mostra Lula com 40% das intenções de voto no primeiro turno, ante 37% de Flávio.

No segundo turno, o petista aparece com 46%, contra 45% do senador. Os dois cenários estão dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa ouviu 2.006 eleitores entre os dias 18 e 20 de setembro e está registrada no TSE sob o número BR-00485/2026.

Otimista com o crescimento de Flávio nas pesquisas, Medeiros acredita que o desempenho do candidato em Mato Grosso pode superar o de seu pai, ex-presidente Jair Bolsonaro, nas eleições de 2022.

“Eu acho que [a votação] vai beirando os 70%”, disse ao ser questionado sobre quanto será a porcentagem de Flávio no Estado.

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