Cuiabá
Cuiabá promove evento para o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência
Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, realiza no próximo dia 22 de setembro (segunda-feira) um evento especial em referência ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. A programação será conduzida pela Secretaria Adjunta de Inclusão e acontecerá no auditório da Secretaria de Assistência Social, reunindo pessoas com deficiência, familiares, autoridades e representantes de entidades da sociedade civil.
O objetivo é promover a reflexão sobre acessibilidade, inclusão e respeito, fortalecendo a luta por igualdade de direitos. Durante o encontro, diversas pessoas com deficiência terão espaço para compartilhar suas experiências e depoimentos, relatando desafios cotidianos e reforçando a importância de políticas públicas voltadas à inclusão.
O secretário adjunto de Inclusão, Andrico Xavier, destacou que a iniciativa é um marco importante para o município. “Este evento é uma oportunidade de dar voz a quem diariamente enfrenta barreiras físicas e sociais. A inclusão e a acessibilidade não podem ser vistas apenas como dever legal, mas como compromisso humano. Eu mesmo, sendo surdo, sinto na pele as dificuldades impostas pela falta de acessibilidade. Por isso, nossa missão é transformar essa realidade e garantir que todos tenham o direito de viver com dignidade e respeito”, afirmou.
Além dos depoimentos, o evento pretende abrir espaço para diálogo com a comunidade, estimulando maior conscientização sobre o papel de cada cidadão na construção de uma sociedade inclusiva. A data de 22 de setembro é reconhecida nacionalmente como um marco da luta por direitos, visibilidade e valorização das pessoas com deficiência.
Com essa ação, a Prefeitura de Cuiabá reforça seu compromisso em promover cidadania, respeito e oportunidades iguais para todos.
#PraCegoVer
A imagem mostra a região central da capital.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora
O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.
Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.
“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.
Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.
Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.
Entenda o caso
A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.
A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.
Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.
O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.
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