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Alegria e vitalidade marcam o Mês do Idoso no CCI Padre Firmo

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No salão do CCI Padre Firmo, o riso largo de Rosana Glória Costa, 65 anos, se mistura ao entusiasmo de dona Iracema, 82. Entre passos de dança e histórias de vida, elas dão o tom da celebração do Mês do Idoso em Cuiabá. “Disposição não falta. A gente faz hidroginástica, participa do baile, das oficinas… tudo que tem, a gente aproveita”, garante Rosana, frequentadora há três anos do centro. Dona Iracema completa com serenidade e brilho nos olhos: “Aqui, a gente vive. Não é só passar o tempo, é aproveitar cada momento”.

Mais de 150 idosos participaram da programação especial no CCI Padre Firmo, que reuniu baile, hidroginástica, oficina de macramê, ginástica laboral, lanche e muita confraternização. O encontro, na manhã desta quarta-feira (1º), marcado por música e movimento, reafirmou a importância de espaços voltados à convivência e ao fortalecimento de vínculos para a terceira idade.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou o valor dessas iniciativas. “É fundamental cuidar das pessoas idosas e oferecer locais como os CCIs, onde elas possam confraternizar, criar amizades e laços afetivos. São espaços que promovem acolhimento, inclusão e alegria”, afirmou.

A Prefeitura de Cuiabá tem reforçado políticas públicas voltadas ao envelhecimento ativo. Por meio da Secretaria de Esportes e Lazer, 250 idosos já estão matriculados em diferentes modalidades, nas escolinhas e no projeto Escola na Comunidade, que abre as quadras de escolas municipais no contraturno escolar. São atividades que vão além do exercício físico: funcionam como instrumentos de saúde, integração e autoestima.

Outras ações reforçam esse compromisso, como o projeto de terapia com cães no Abrigo Bom Jesus, a futura transformação da antiga Escola Maria Eliza Bocaiúva em centro de convivência para idosos e adolescentes, e a manutenção de quatro CCIs que oferecem oficinas, fisioterapia, rodas de conversa e atividades em piscinas aquecidas.

No ritmo da dança e no sorriso de quem carrega décadas de experiência, Rosana e dona Iracema são prova viva de que a idade é apenas um detalhe quando o que sobra é disposição para viver.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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