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Dr. João cobra implantação de Centro Oncológico no Hospital Regional de Tangará da Serra

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O deputado estadual Dr. João (MDB) apresentou, em sessão plenária recente, indicação (nº 99/2025) ao governador Mauro Mendes para que seja implantado um Centro Oncológico especializado junto ao Hospital Regional que está em construção em Tangará da Serra. A proposta foi feita em conjunto com vereadores do município, que também assinam o pedido.

Segundo Dr. João, a unidade será fundamental para atender pacientes oncológicos não apenas de Tangará, mas de toda a região do Médio-Norte, composta por 12 municípios, entre eles Barra do Bugres, Campo Novo do Parecis, Nova Olímpia e Sapezal. “Estamos falando de uma população de aproximadamente 300 mil pessoas, que hoje precisa se deslocar até Cuiabá para receber tratamento. Isso é um sofrimento desnecessário que pode ser resolvido com a instalação deste centro especializado”, explicou o parlamentar.

O deputado ressaltou ainda que a estrutura do Hospital Regional em construção é uma oportunidade única para que a região receba um polo de referência em oncologia. “Se o Estado já está investindo em um grande hospital, precisamos pensar no futuro e incluir especialidades estratégicas como o tratamento contra o câncer. É uma questão de dignidade e de cuidado com vidas que não podem esperar”, destacou.

A solicitação tem o apoio de toda a Câmara Municipal de Tangará da Serra, representada pelos vereadores Dona Neide, Edmilson Porfírio, Escobar, Esdras Moraes, Evânia Félix, Fábio Brito, Hélio da Nazaré, Niltinho do Lanche, Prof. Sebastian, Renato Calhas, Romer Japonês, Sarah Botelho e Zi Lima.

Dr. João afirmou que continuará articulando junto ao governo do Estado para que a proposta avance. “Esse é um pedido justo da população e dos vereadores de Tangará. A luta contra o câncer exige proximidade, acolhimento e estrutura adequada. Nosso compromisso é buscar essa conquista para a região”, finalizou.

Fonte: ALMT – MT

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Vetado projeto que instituía piso salarial para zootecnistas

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A Presidência da República vetou integralmente um projeto que incluía os zootecnistas entre as categorias abrangidas pela lei que estabelece o piso salarial de engenheiros, químicos, arquitetos, agrônomos e médicos-veterinários (Lei 4.950-A, de 1966). O veto foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (27).

De iniciativa do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), a proposta (PL 2.816/2023) havia sido aprovada pelo Senado em novembro de 2024 e pela Câmara dos Deputados em maio deste ano. Pelo projeto, esses profissionais passariam a ter direito ao mesmo piso salarial das demais categorias abrangidas pela lei: seis salários mínimos para jornada diária de seis horas, soma que atualmente corresponde a R$ 9.726. Nos casos de jornada de oito horas, as duas horas excedentes seriam remuneradas com acréscimo de 25%.

Criação de animais

A profissão de zootecnista é regulamentada pela Lei 5.550, de 1968, que atribui à categoria atividades de pesquisa, planejamento, melhoramento genético, alimentação e supervisão técnica na criação de animais domésticos.

Na mensagem de veto, o Poder Executivo afirma que a proposta é inconstitucional e contraria o interesse público por instituir um piso salarial sem a apresentação de estimativa do impacto orçamentário-financeiro e sem declaração de adequação orçamentária e financeira. Segundo o governo, a decisão de vetar o texto foi tomada após manifestação dos Ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento, além da Advocacia-Geral da União.

O veto presidencial poderá ser mantido ou rejeitado pelo Congresso Nacional, em sessão conjunta de deputados e senadores.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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