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Rua Zulmira Canavarros é bloqueda para içamento da estrutura metálica no prédio do IFMT

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A Prefeitura de Cuiabá, através da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública estará presente durante a ação de içamento de estrutura metálica do prédio do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), que acontece nesta quarta-feira (15). Para evitar riscos aos motoristas e pedestres, tendo em vista que um caminhão do tipo guindaste será utilizado para executar o serviço, a Rua Zulmira Canavarros será totalmente fechada, já nas primeiras horas da manhã e liberada assim que o serviço for concluído, previso para este mesmo dia.

A Rua Zulmira Canavarros está localizada no final da Rua Voluntários da Pátria, Centro de Cuiabá. A opção, para os condutores que trafegam pelo local, é acessar uma Rua antes, sendo a Travessa Lulu Cuiabano, para concluir o trajeto desejado.

Agentes e trânsito e transporte da Secretaria de Mobilidade Urbana e Segurança Pública estarão posicionados durante toda ação, para garantir a fluidez do trânsito e ampliar a segurança no local.

Como medida de cumprimento, o IFMT requereu mediante pagamento da taxa a presença da equipe.

#PraCegoVer

A foto que ilustra o texto mostra um agente de trânsito observando o movimento do trânsito.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Após veto da ALMT, novo presidente do TJ promete retomar reajuste de servidores

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O desembargador José Luiz Leite Lindote, eleito para presidir o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no biênio 2027-2028, pretende reabrir a discussão sobre o reajuste salarial de 6,8% dos servidores do Judiciário. A proposta foi barrada após a Assembleia Legislativa manter o veto do Executivo, mas o futuro presidente da Corte afirma que buscará uma nova negociação com os deputados estaduais e o governo.

Na avaliação de Lindote, o resultado da votação foi influenciado pela falta de entendimento entre as instituições durante a tramitação do projeto. Ele defendeu uma aproximação maior com o Legislativo e o Executivo para construir uma alternativa que permita conceder o aumento à categoria.

“Eu acredito que faltou um melhor diálogo, um melhor consenso em conversas com a Assembleia e com o governador de Estado”, afirmou o desembargador ao comentar o impasse.

Lindote garantiu que pretende reapresentar a proposta e demonstrou confiança na possibilidade de chegar a um acordo. Segundo ele, a nova tentativa deverá ser conduzida por meio de conversas com os parlamentares, com o objetivo de demonstrar a necessidade da recomposição salarial.

O magistrado também argumentou que os vencimentos dos servidores estão defasados e defendeu que a autonomia entre os Poderes seja respeitada na discussão. Para ele, a possibilidade de outros setores do funcionalismo reivindicarem reajustes semelhantes não deve impedir que o Judiciário busque corrigir a remuneração de seus próprios servidores.

A declaração ocorre após a Assembleia Legislativa manter, na quarta-feira (7), o veto integral ao Projeto de Lei nº 1.398/2025, que previa o aumento de 6,8% para os servidores efetivos do Tribunal de Justiça. A votação terminou com 12 votos favoráveis à manutenção do veto e seis contrários, enquanto outros seis deputados estavam ausentes.

O veto havia sido apresentado pelo então governador Mauro Mendes (União Brasil), sob o argumento de que a proposta não apresentava estudos atualizados suficientes sobre o impacto financeiro nem indicava uma fonte permanente de recursos para custear a despesa. O governo também apontou possíveis reflexos sobre as contas públicas e o risco de reivindicações semelhantes em outras carreiras.

Com a decisão dos deputados, o reajuste não poderá ser aplicado nos moldes do projeto barrado. Uma nova tentativa dependerá da construção de outra proposta e da articulação necessária para superar os questionamentos que levaram ao veto.

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