Mato Grosso

Polícia Civil investiga suspeita de metanol em bebidas destiladas em Barra do Garças

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (23.10) com o apoio da Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) e da Vigilância Sanitária Municipal a Operação Alambique Barra, para investigar possíveis contaminações por metanol em bebidas destiladas comercializadas em supermercados de Barra do Garças.

A ação é um desdobramento de investigações iniciadas pela Delegacia Regional de Água Boa, após denúncia de que quatro pessoas apresentaram sintomas de intoxicação (como tontura, vômitos e dores intensas) ao consumirem whisky de determinada marca e lote, que apresentava o lacre violado e indícios de adulteração.

Durante a operação, foram recolhidas amostras de bebidas suspeitas e documentos fiscais dos estabelecimentos vistoriados. O material foi encaminhado à perícia química da Politec, que deverá confirmar a presença de metanol e verificar a autenticidade das embalagens e rótulos.

“O objetivo da ação é garantir a segurança da população e coibir a comercialização de produtos potencialmente tóxicos. Além disso, a operação busca identificar eventuais responsáveis pela distribuição ou venda de bebidas adulteradas”, afirmou o delegado Adriano Marcos Alencar, da 1ª Delegacia de Barra do Garças.

O delegado frisou também que o trabalho integrado entre as forças de segurança pública e a vigilância sanitária tem sido fundamental para a prevenção de riscos à saúde coletiva.

“Além disso, é importante que a população auxilie denunciando locais em que possa estar ocorrendo a comercialização de bebidas suspeitas pelos canais oficiais da instituição: 181/197”, finalizou Adriano Marcos.

Fonte: Governo MT – MT

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Medeiros acusa PSOL de atrasar Ferrogrão e causar prejuízos bilionários a MT

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Parlamentar alerta que a esquerda usa pautas ambientais para barrar uma obra que reduziria custos logísticos e emissões de carbono

Após anos de impasse judicial, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou a lei que viabiliza a construção da Ferrogrão, ferrovia que ligará Mato Grosso aos portos do Norte do país. Para o deputado federal Zé Medeiros (PL), a suspensão do projeto, motivada por uma ação do PSOL, custou caro a Mato Grosso e atrasou o desenvolvimento de uma das regiões mais produtivas do país.

A ferrovia projetada para ligar Sinop aos portos do Pará é considerada uma das principais obras de infraestrutura para o escoamento da produção agrícola de Mato Grosso e é vista como estratégica para o desenvolvimento socioeconômico da região. Para Medeiros, o atraso do projeto causou prejuízos bilionários ao Estado e ao país.

“A Ferrogrão deveria estar pronta ou em fase avançada de construção. É uma obra que reduz o custo do transporte, melhora o escoamento da safra, desafoga a BR-163 e aumenta a competitividade dos produtos brasileiros. Quem paga a conta desse atraso é o produtor, o caminhoneiro e o consumidor”, afirmou.

Medeiros também argumentou que os estudos do projeto apontam benefícios ambientais, com redução na emissão de carbono devido à diminuição do fluxo de caminhões nas rodovias. Para ele, a esquerda não está preocupada com o meio ambiente, mas utiliza essa pauta para penalizar o agronegócio, setor que produz riqueza, gera empregos e movimenta a economia brasileira.

O deputado questionou ainda o momento em que o STF autorizou a retomada dos estudos da ferrovia, sugerindo motivação política na decisão.

“Será que tem a ver com o ano eleitoral, como aconteceu com o fim da taxa das blusinhas? Você sabe que sim. Foram anos de atraso para uma obra estratégica. Agora, às vésperas de mais um processo eleitoral, o projeto volta a avançar. A estratégia de Lula é simples: voltar a falar da Ferrogrão para enganar os desinformados e fazer chantagem com o agro, defendendo a ideia de que, se não for reeleito, a obra nem sairá do papel”, concluiu.

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