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Arte cordelista é tema de congressos brasileiro e internacional no Rio

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A arte cordelista, que encanta gerações, é o tema do I Congresso Internacional de Literatura de Cordel e do II Congresso Brasileiro de Literatura de Cordel, que ocorrem até esta quarta-feira (26), na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro. O local abriga um dos maiores acervos do gênero na América Latina, com mais de nove mil títulos.

Cordéis são folhetos com dizeres e poemas populares escritos em forma de rima, muito comuns no Nordeste.

Evento

O evento conta com debates, apresentações culturais, exposições de acervos e atividades que valorizam a palavra. Além disso, tem mesas apresentadas por diferentes nomes cordelistas abordando temas variados, como explica a coordenadora e curadora do congresso, Ana Ligia Medeiros:

“Os temas são os mais variados. Desde educação, biografias, diversidade, sexualidade, história, patrimonialização. Enfim, é um leque muito abrangente de interesses”.

A especialista destaca ainda a importância do cordel:

“O cordel é uma expressão genuinamente brasileira. É muito importante o lado não só educativo, mas também o informativo. Ele forma as pessoas em lugares onde não chega o livro, ou, mesmo que chegue, é de mais fácil acesso”.

Patrimônio Cultural Imaterial

A literatura de cordel é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Permanece viva em feiras, mercados populares, saraus, escolas e redes de pesquisa, constituindo um campo cultural dinâmico que atravessa gerações e territórios.


Fonte: EBC Cultura

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No Rio, cinema africano é tema da mostra Espelhos d’África

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O cinema africano, que vem ganhando destaque mundial, é o tema da mostra Espelhos d’África, em cartaz a partir desta terça-feira (3) na Caixa Cultural Rio de Janeiro. O evento reúne produções cinematográficas do continente e atividades paralelas, como debates e oficinas, que aproximam o público de realizadores e pesquisadores.

Pela primeira vez na capital fluminense, a iniciativa busca ampliar o acesso do público brasileiro ao cinema feito na África, apresentando diferentes perspectivas sobre o continente. Entre os temas abordados estão memória, relações familiares e transformações sociais.

Entre os debates que fazem parte da programação estão: Cinema africano contemporâneo, narrativas e representações; Memória, tradição e identidade no cinema africano; e Corpo, dança e memória. Outra atração do evento são oficinas voltadas para o público infantil, como Imagens que Contam: Histórias Africanas em Cena; e Cinema e Natureza em Cabo Verde: Histórias que saem da Tela.

Todas as sessões têm entrada franca, com distribuição de ingressos na bilheteria 30 minutos antes de cada exibição. A mostra vai até o dia 15 de novembro.


Fonte: EBC Cultura

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