Cuiabá
Dilemário Alencar destina R$ 1 milhão para ações de combate às drogas em Cuiabá
Cuiabá
O vereador Dilemário Alencar (União Brasil) oficializou, nesta semana, a destinação de R$ 1 milhão de suas emendas parlamentares ao Fundo Municipal de Políticas Públicas sobre Drogas, durante visita à Secretaria Municipal de Ordem Pública. A iniciativa coloca o parlamentar como o primeiro a direcionar recursos ao fundo, abrindo um marco inédito na estruturação das ações municipais de enfrentamento às drogas.
A secretária de Ordem Pública, Juliana Palhares, destacou a importância do aporte e classificou o momento como histórico. Segundo ela, a primeira emenda destinada ao Fundo Municipal representa um reforço decisivo para ampliar programas de prevenção, atendimento e tratamento no município.
Dilemário Alencar enfatizou que o combate às drogas é uma pauta urgente e central para Cuiabá. Ele afirmou que o avanço da dependência química está entre os principais fatores que afetam a vida das famílias e contribuem para o aumento da criminalidade. Para o vereador, investir em políticas públicas sólidas é essencial para proteger pessoas vulneráveis e recuperar espaços sociais afetados pela droga.
Com a iniciativa, Dilemário reforça sua atuação voltada à proteção da sociedade e ao fortalecimento das estruturas municipais de enfrentamento às drogas, reafirmando seu compromisso com políticas públicas que ofereçam resultados concretos para a população.
Cuiabá
Paula Calil rebate críticas após rejeição da LDO e defende discussão técnica sobre o orçamento
LEGISLATIVO
A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Paula Calil (PL), criticou a politização do debate em torno da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e defendeu que a discussão sobre o planejamento financeiro do município seja conduzida com responsabilidade, transparência e foco no interesse da população. A declaração foi feita durante a sessão ordinária desta terça-feira (21), em resposta às críticas direcionadas ao Legislativo após a rejeição da proposta em Plenário na semana passada.
Segundo Paula, a Câmara cumpriu rigorosamente todas as etapas previstas no processo legislativo, assegurando transparência e ampla participação dos parlamentares e da sociedade durante a tramitação da matéria.
“Não podemos permitir que a desinformação se transforme em informação. A LDO é um dos instrumentos mais importantes para a população e não pode ser transformada em objetivo de politicagem”, afirmou.
A presidente explicou que o projeto encaminhado pelo Executivo Municipal respeitou todo o rito legislativo. O texto teve prazo regimental para apresentação de emendas pelos vereadores, passou pela análise das comissões permanentes e foi debatido em duas audiências públicas antes de seguir para votação em Plenário.
Paula destacou ainda que a LDO é uma das matérias mais importantes apreciadas pelo Legislativo, pois estabelece as metas e prioridades da administração municipal para o exercício seguinte e serve de base para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), responsável por definir a aplicação dos recursos públicos.
Durante o pronunciamento, a presidente também fez um apelo para que os vereadores analisem a matéria com responsabilidade, priorizando o interesse da população.
“Faço um apelo aos nobres pares para que estudem o projeto e as emendas apresentadas. Cada vereador tem sua prerrogativa de voto, mas estamos tratando de um processo extremamente importante para o planejamento da nossa cidade”, declarou.
Após a rejeição da proposta, a Câmara manteve o calendário de sessões ordinárias. Conforme determina a legislação, o recesso parlamentar somente poderá ser iniciado após a apreciação da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Até lá, caberá ao Executivo Municipal encaminhar um novo projeto para análise e votação dos vereadores.
Por fim, Paula reafirmou o compromisso da Câmara com um processo legislativo transparente e responsável, destacando que a importância da LDO exige um debate pautado pelo interesse público.
“Estamos tratando de uma das matérias mais importantes do ano para o município. Precisamos discutir esse tema com seriedade, responsabilidade e respeito à população, sem transformar um instrumento de planejamento em palco para disputas políticas”, concluiu.
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