Mato Grosso

Câmara cassa mandato de vereador por quebra de decoro após xingar prefeita

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Mato Grosso

A Câmara de Vereadores de Pedra Preta, a 243 km de Cuiabá, cassou o mandato do vereador Gilson da Agricultura (União) nessa quarta-feira (3), por quebra de decoro parlamentar após ser acusado de praticar violência política de gênero contra a prefeita Iraci Souza (PSDB).

Na defesa apresentada na sessão, Gilson disse que não teve intenção de atacar a prefeita e pediu desculpas.

A decisão ocorreu em sessão extraordinária na Câmara que aprovou o relatório final da Comissão Processante, por oito votos a dois. As denúncias foram analisadas ao longo dos últimos 90 dias desde o xingamento público que ocorreu em uma sessão ordinária.

Em setembro, o vereador criticou o uso de R$ 460 mil do município para um rodeio e, de forma exaltada, ele usou uma expressão considerada ofensiva à prefeita.

A fala dele gerou grande repercussão na região e a gestora entrou com pedido de cassação do mandato dele, alegando violência política de gênero.

Na próxima segunda-feira (8), Ronaldo Pereira dos Santos deve assumir a cadeira de Gilson.

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Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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