Mato Grosso

Presidente nacional do PL reafirma apoio a Wellington Fagundes para o Governo de MT

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Durante entrevista concedida nesta quinta-feira (4), na sede nacional do PL, em Brasília, o presidente da sigla, Valdemar da Costa Neto, reafirmou publicamente o apoio ao senador Wellington Fagundes, consolidando seu nome como pré-candidato do partido ao Governo de Mato Grosso.

A declaração reforça o posicionamento já manifestado na noite anterior, quando ambos haviam sinalizado a unidade interna da legenda. Desta vez, porém, Valdemar foi ainda mais direto ao confirmar a escolha.

“Wellington Fagundes é o nosso pré-candidato ao Governo de Mato Grosso e estaremos juntos nas convenções e em todo o processo eleitoral, apoiando o nosso senador”, afirmou o dirigente nacional.

Valdemar também destacou sua confiança no projeto político representado por Fagundes e reiterou que o momento é favorável. “Tenho certeza de que chegou o momento dele governar o Estado de Mato Grosso, e por isso estaremos ao lado dele na campanha”, completou.

Com a nova manifestação, o PL nacional encerra especulações e consolida Wellington Fagundes como o nome que conduzirá o projeto político da sigla rumo ao Palácio Paiaguás em 2026.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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