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Programação natalina em Salvador tem desfiles e show de Roberto Carlos

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O período natalino está oficialmente aberto em Salvador. O Centro Histórico da capital baiana vai ser o palco principal de diversas atrações gratuitas, como desfiles e apresentações musicais, além da decoração que conta com vilas natalinas. A programação segue até 6 de janeiro de 2026.

A prefeitura de Salvador definiu que o tema deste ano é “Natal de Luz na Cidade que Brilha o Ano Inteiro”.

Uma das novidades é um corredor de luz com mais de 1km que está localizado na Avenida Sete de Setembro.

A Rua Chile, a primeira rua fundada no Brasil, vai ter um túnel de som e luz com quase 400 metros e mais de 25 milhões de microlâmpadas.

O desfile “Corte Soteropolitana do Menino Jesus” vai acontecer no Centro Histórico nos dias 13, 14, 19, 20 e 21 deste mês, com quatro carros alegóricos e cerca de 800 participantes.

A tradicional árvore de Natal de 18 metros está instalada na praça Terreiro de Jesus.

Na Praça Municipal, o Palco Anunciação vai receber coros e orquestras às cinco da tarde, até 25 de dezembro. No Palco Esperança, corais das escolas municipais vão se apresentar também às cinco da tarde, a partir desta terça-feira.

Ainda no dia 25, na Arena O Canto da Cidade, na Boca do Rio, o sacerdote Frei Gilson vai realizar a Santa Missa às sete da noite. No dia seguinte, no mesmo local, o cantor Roberto Carlos vai subir ao palco em um show gratuito.

*Com supervisão de Bianca Paiva


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos

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A Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos nesta terça-feira,1º, e ganha uma homenagem especial no Viva Maria. Com apresentação de Mara Régia, o programa celebra a história da emissora que, há quase cinco décadas, leva informação, cultura e serviço a comunidades de diferentes regiões da Amazônia.

Para marcar a data, o programa recupera a memória musical da emissora em um depoimento do cantor e compositor paraense Nilson Chaves. Ele relembra o processo coletivo de criação de oito peças musicais produzidas especialmente para a Rádio Nacional da Amazônia, em uma experiência que buscou traduzir, em diferentes ritmos, a diversidade cultural da região e a relação da rádio com seus ouvintes.

“Conseguimos viajar um pouco nos ritmos da Amazônia, trazer mais esses ritmos para dentro da rádio, que fosse a identidade da rádio junto com esse povo amazônico”, conta Nilson Chaves.

A edição também apresenta uma memória especialmente afetiva. Mara Régia, que há décadas está ligada à programação da Rádio Nacional da Amazônia, lembra que a emissora se tornou uma espécie de ponte entre os territórios mais distantes e o restante do país.

Essa dimensão aparece com força no depoimento de Maryellen Crisóstomo, jornalista, ativista dos direitos humanos e liderança quilombola do Território Baião, em Almas, no sudeste do Tocantins. Ela conta que cresceu ouvindo a Nacional da Amazônia e que, para sua família, a rádio era muito mais do que uma fonte de informação: era também um meio de comunicação entre parentes e comunidades.

Maryellen recorda, por exemplo, os calendários enviados pela emissora aos ouvintes que escreviam para a rádio. A lembrança, guardada desde a infância, transforma em testemunho da presença da Nacional da Amazônia no cotidiano de comunidades onde outros meios de comunicação praticamente não chegavam.

E, para Mara Régia, a comemoração dos 49 anos já aponta para o próximo grande marco: o cinquentenário da emissora, em 2027.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

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