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Pesquisa mostra Jayme Campos como o mais rejeitado para o governo de Mato Grosso

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O senador Jayme Campos (União) é o mais rejeitado na disputa pelo Governo do Estado nas eleições de 2026 em Mato Grosso. É o que aponta uma pesquisa de opinião pública elaborada pelo instituto IPCM Pesquisas. De acordo com o levantamento, 13% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Campos de jeito nenhum.

Na sequência do ranking de rejeição aparecem o senador Wellington Fagundes (PL), com 12%, e o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com 11%. A médica Natasha Slhessarenko (PSB) tem rejeição de 4%, enquanto o deputado estadual Max Russi (PSB) aparece com 3% e a deputada estadual Janaina Riva (MDB) com 2%.

 

Ainda segundo a pesquisa, 37% dos entrevistados disseram não saber ou não opinaram sobre rejeição, e 4% afirmaram que votariam em branco ou nulo.

 

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 20 de dezembro de 2025, com 1.200 entrevistas presenciais em Mato Grosso. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento não foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Setor da indústria vê retomada de crescimento na gestão de Cláudio Ferreira

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O prefeito atribuiu a estagnação industrial à falta de diálogo das gestões anteriores. “A gente não crescia, ficou dez anos parado, sem crescer na indústria, porque não havia alguém que respeitasse os vários setores”, afirmou. “Quando o mandatário não respeita quem está do outro lado, do jeito que a gente respeita os nossos clientes, os nossos parceiros e fornecedores, é uma tragédia para o negócio e uma tragédia para as cidades.”

A declaração foi feita durante o **8º Café da Indústria**, promovido pelo SIAR Sul MT, pelo SINDIMEC, pelo SINDSCOM Sul MT e pela Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT), que reuniu lideranças empresariais do setor. O evento contou com a presença do presidente do Sistema FIEMT, Silvio Rangel.

Diante de empresários reunidos na Casa da Indústria, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), afirmou nesta terça-feira (9) que o setor industrial da cidade, estagnado nos últimos dez anos, deve voltar a crescer a partir de um novo modelo de gestão, baseado na desburocratização, em incentivos ao setor produtivo e na articulação política acima das disputas partidárias.

Cláudio Ferreira destacou os diferenciais que recolocam Rondonópolis na rota dos investimentos: a cidade é hoje o segundo maior gerador de empregos do estado e consolida sua vocação como hub logístico, sustentada por um posicionamento geográfico estratégico para o escoamento da produção. “Como é que um empreendedor vai investir em Rondonópolis? Ele vai olhar a logística ele sabe onde vai colocar o produto dele”, disse.

O prefeito também reforçou o compromisso da gestão com projetos estruturantes voltados ao parque industrial, como o viaduto da BR-163/364, no Trevão — região de concentração das indústrias e de acesso ao terminal ferroviário, e a duplicação do rodoanel, cujas obras começaram nesta semana. Para ele, é esse tipo de investimento, somado à redução da burocracia e à boa articulação com os governos estadual e federal, que prepara a cidade para receber novos empreendimentos.

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