Primavera do Leste

Vigilância Ambiental reforça alerta contra dengue, zika e chikungunya neste período chuvoso em Primavera do Leste

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Primavera do Leste

A Vigilância Ambiental de Primavera do Leste, reforça o alerta à população quanto ao aumento dos focos do mosquito Aedes aegypti no município. Com a chegada do período chuvoso, típico do mês de janeiro, os índices elevados de infestação acendem um sinal de atenção para a prevenção da dengue, zika vírus e febre chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito.


Mesmo com o trabalho contínuo das equipes em campo, os dados apontam que os focos do Aedes aegypti permanecem elevados em todas as regiões da cidade, evidenciando que a prevenção depende, principalmente, da colaboração dos moradores. Somente em 2025, Primavera do Leste registrou mais de 3 mil casos de dengue, um cenário que preocupa as autoridades de saúde, especialmente porque o aumento dos registros ocorreu inclusive em períodos de estiagem.


De acordo com a coordenadora da Vigilância Ambiental, Juscilene de Souza, os agentes têm encontrado grande quantidade de focos do mosquito dentro das residências, reflexo da falta de cuidados básicos como a eliminação de água parada, o descarte incorreto de lixo e o acúmulo de entulhos em quintais, obras e terrenos baldios. “A maioria dos focos ainda está dentro das casas. São recipientes com água parada, lixo descartado de forma inadequada e entulhos acumulados. Essa situação se agrava neste período chuvoso e preocupa ainda mais devido ao crescimento acelerado do município”, pontua Juscilene.


Atualmente, Primavera do Leste conta com mais de 55 mil imóveis cadastrados no sistema da Vigilância Ambiental, além de áreas que ainda não foram mapeadas. Com pouco mais de 30 agentes atuando em campo, não é possível realizar as visitas no intervalo ideal de 60 dias em todos os imóveis, o que dificulta o controle efetivo do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.


Outro fator observado pelas equipes é o relaxamento nos cuidados por parte de alguns moradores, possivelmente associado à vacinação contra a dengue. A Vigilância Ambiental reforça que a vacina não elimina o risco de infecção por outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como a chikungunya e a zika, tornando indispensável a manutenção das medidas preventivas de forma contínua.


Segundo a coordenadora, mesmo durante o período de estiagem, o município não apresentou a redução esperada nos casos. Com o início das chuvas, os registros voltaram a crescer, mantendo o índice de infestação elevado em todos os bairros, sem distinção de região. “Encontramos focos do mosquito tanto na região central quanto nos bairros mais afastados. Isso demonstra que o problema atinge o município como um todo e exige atenção permanente”, reforça Juscilene.


Para enfrentar a situação, a Vigilância Ambiental intensificou as ações de campo, com a realização de mutirões em áreas descobertas, trabalho integrado com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), inclusive aos finais de semana, além de ações educativas, abordagens em pontos estratégicos e atividades constantes de orientação à população. Ainda assim, o setor destaca que, sem o engajamento da comunidade, os resultados ficam comprometidos.


A Vilgilância reforça que o combate ao mosquito é uma responsabilidade coletiva. Medidas simples, como manter caixas d’água bem vedadas, limpar calhas, eliminar recipientes que acumulam água, descartar corretamente o lixo e manter os quintais limpos, são fundamentais para reduzir os focos do Aedes aegypti e proteger a saúde da população.


A Vigilância Ambiental orienta ainda que, ao apresentar sintomas como febre, dores no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele ou mal-estar, o cidadão procure imediatamente uma unidade de saúde e evite a automedicação

Prefeitura de Primavera do Leste

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Primavera do Leste

Secretaria de Saúde de Primavera do Leste orienta população sobre cuidados durante ondas de calor

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A Prefeitura de Primavera do Leste, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, orienta a população sobre os cuidados necessários durante os períodos de calor intenso e baixa umidade do ar. As ondas de calor podem permanecer por dias ou semanas e representam um risco maior para a saúde, principalmente entre os grupos mais vulneráveis.


Segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), o Brasil está novamente em alerta para uma onda de calor, com previsão de temperaturas acima da média em grande parte do país. Em alguns municípios, os termômetros podem ultrapassar os 40°C, acompanhados de baixos índices de umidade relativa do ar, especialmente na região central do Brasil.


Nas áreas urbanas, o chamado efeito de ilha de calor pode intensificar ainda mais as temperaturas. A concentração de prédios, concreto e asfalto contribui para a retenção do calor, tornando alguns ambientes ainda mais quentes.


As altas temperaturas podem afetar toda a população, mas exigem atenção especial com idosos, crianças, pessoas com problemas renais, cardíacos, respiratórios ou de circulação, diabéticos, gestantes e pessoas em situação de rua.


Entre os principais impactos das ondas de calor estão a desidratação, insolação e golpe de calor, além do agravamento de doenças crônicas. A exposição prolongada às altas temperaturas também pode afetar a saúde mental, aumentando sintomas relacionados à ansiedade e à depressão.


Outro ponto de atenção são as doenças respiratórias, que podem ter seus sintomas agravados durante períodos de ar mais seco. A situação pode se tornar ainda mais preocupante quando há ocorrência de queimadas, já que a fumaça compromete a qualidade do ar e pode intensificar problemas respiratórios.


Apesar de Primavera do Leste não estar registrando, neste momento, um volume elevado de queimadas, a ocorrência de focos de incêndio pode provocar aumento da fumaça e da concentração de poluentes no ar. Por isso, a orientação é redobrar os cuidados sempre que houver presença de fumaça, principalmente com crianças, idosos e pessoas que já apresentam doenças respiratórias.


Cuidados durante o período de calor


Para reduzir os riscos à saúde, a Secretaria Municipal de Saúde recomenda algumas medidas de prevenção:


  • Beba água regularmente, mesmo sem sentir sede;
  • Prefira roupas leves, claras e que permitam a transpiração;
  • Evite exposição direta ao sol nos horários mais quentes do dia;
  • Programe atividades ao ar livre para o início da manhã ou final da tarde;
  • Mantenha os ambientes o mais frescos possível, utilizando ventiladores ou ar-condicionado quando disponíveis;
  • Dê atenção redobrada a crianças, idosos e gestantes, garantindo oferta frequente de líquidos e permanência em locais frescos;
  • Prefira alimentos leves, como frutas e saladas;
  • Evite bebidas alcoólicas e reduza o consumo de bebidas com cafeína, que podem contribuir para a desidratação;
  • Evite permanecer em locais com fumaça de queimadas e, quando a qualidade do ar estiver comprometida, procure permanecer em ambientes protegidos;
  • Pessoas com doenças preexistentes devem observar atentamente qualquer alteração no estado de saúde e seguir as orientações dos profissionais de saúde quanto ao uso de medicamentos.


O golpe de calor merece atenção especial por se tratar de uma emergência médica. Ele ocorre quando o organismo perde a capacidade de controlar a própria temperatura e pode provocar confusão, convulsões e perda de consciência. Diante de sinais de gravidade, é fundamental buscar atendimento médico imediatamente.


A Secretaria Municipal de Saúde reforça que os cuidados devem ser mantidos durante todo o período de temperaturas elevadas e baixa umidade. A prevenção é fundamental para reduzir os impactos do calor e preservar a saúde, especialmente daqueles que apresentam maior vulnerabilidade.


Em caso de sintomas intensos ou sinais de emergência, procure atendimento médico imediatamente.

Prefeitura de Primavera do Leste

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