Mato Grosso

Extinção fortalece quem produz e cumpre a lei, defende presidente da Assembleia

Publicado em

Mato Grosso

O deputado Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), comemorou a publicação do Decreto nº 1.795/2025, no último dia 30, que regulamenta a Lei nº 12.709/2024. A medida impede a concessão de incentivos fiscais e de terrenos públicos a empresas que imponham restrições à expansão agropecuária além do que prevê a legislação ambiental brasileira.

A regulamentação teve a participação direta e firme de Max Russi e da Assembleia Legislativa na defesa do agronegócio mato-grossense, especialmente dos produtores que cumprem rigorosamente o Código Florestal e as normas ambientais. Para o deputado, o decreto põe fim a práticas consideradas ilegais e injustas, que vinham causando prejuízos econômicos e insegurança jurídica no campo.

“É muito bom começar o ano com o pé direito e com uma notícia tão importante para o agronegócio de Mato Grosso. Trabalhamos intensamente ao longo de 2025 para garantir segurança jurídica aos nossos produtores. Essa conquista reafirma o compromisso da Assembleia Legislativa em defender quem produz, gera empregos e movimenta a economia do nosso estado”, destacou Max Russi.

Ao longo do último ano, o parlamentar liderou articulações políticas e institucionais sobre o tema, com reuniões frequentes com representantes do setor produtivo, como o presidente da Aprosoja, Lucas Beber, além de agendas em Brasília para defender a constitucionalidade da legislação estadual. Russi alertava que a Moratória da Soja, assim como o chamado acordo da carne, penalizava justamente os produtores que atuam dentro da lei.

Segundo o deputado, exigências privadas e internacionais impostas à margem da legislação brasileira acabavam excluindo produtores regulares do mercado, mesmo cumprindo todas as regras ambientais e trabalhistas. “Esses acordos puniam quem faz a coisa certa. O produtor que respeita a lei não pode ser tratado como infrator”, reforçou.

O decreto estabelece que, a partir de 1º de janeiro de 2026, empresas que participarem de acordos que imponham restrições à expansão da atividade agropecuária em áreas não protegidas por legislação ambiental específica ficarão impedidas de receber benefícios fiscais ou áreas públicas do Estado.

A regulamentação também altera o regulamento do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic), incorporando expressamente a não participação em acordos restritivos como condição para obtenção e manutenção dos benefícios. O decreto estabelece ainda procedimentos de fiscalização.

“O nosso Código Florestal é um dos mais rigorosos do mundo. O produtor de Mato Grosso preserva, produz com responsabilidade, gera empregos, garante alimento na mesa dos brasileiros e ainda sustenta a balança comercial do país. Defender o agro é defender o desenvolvimento de Mato Grosso”, concluiu Max Russi.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

Publicados

em

O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA