Cultura

Viva Maria celebra vitória de “O Agente Secreto” no Globo de Ouro

Publicado em

Cultura

Olá,  gente amiga desse nosso programa e do cinema brasileiro que nesta edição faz questão de estender o tapete vermelho não só para Wagner Moura e  Kleber Mendonça Filho, diretor do premiadíssimo “O Agente Secreto”, mas igualmente para uma Maria que, na pele de  Dona Sebastiana, do alto de seus 78 anos vem sendo aclamada pelo público  e pela crítica! Falo da artesã potiguar, artista revelação do cinema brasileiro desde sua atuação  em filmes como Bacurau! No filme de Kleber ela rouba a cena com o cigarro entre os dedos a ponto de ser reconhecida como a “melhor atuação do cinema fumando!”

 Mas vamos ouvir  a crítica especializada de Raquel Pellegrini,  jornalista, cineasta e produtora cultural de Santos,(SP) conhecida por seu trabalho no audiovisual e por seu envolvimento com a cultura local, frequentemente mencionada em debates sobre cinema e produção em Santos, e já esteve ligada a iniciativas como o MISS (Museu da Imagem e do Som), em Santos. 


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Espetáculo em São Paulo retrata histórias da Guerra de Canudos

Publicados

em

Está em cartaz no Itaú Cultural de São Paulo o espetáculo Restinga de Canudos, que retrata as histórias anônimas da guerra. A montagem da Companhia do Tijolo venceu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte no ano passado de melhor direção.

Quando se fala em Guerra de Canudos, Antônio Conselheiro é o nome que costuma ser lembrado no conflito entre o exército e a comunidade liderada por Conselheiro. Mas o evento que aconteceu entre 1896 e 1897, no sertão da Bahia, foi vivenciado por figuras anônimas e são essas pessoas o foco da montagem. O diretor do espetáculo, Dinho Lima Flor, comenta a importância das mulheres educadoras de Canudos na consciência crítica da comunidade:

“É muito importante a história dessas mulheres porque quebra versões que diziam que Canudos não tinha escola. Todas as crianças estudavam, tinha muita gente que lia. A educação, o pensamento, são essas figuras que fazem a grande educação de Canudos. O povo sabia que a República, como a monarquia, não iria salvá-los, porque é uma coisa estrutural, a coisa da escravidão. Canudos já tinha esse pensamento pra frente”, diz.

No palco, a narrativa é protagonizada por duas professoras, ao lado de agricultores, beatos rezadores, cantadores, um indígena e um praticante do culto afro-indígena da Jurema Sagrada. Desde que surgiu, há quase 20 anos, a Companhia do Tijolo investiga o pensamento de Paulo Freire, ideia presente no nome. ‘Tijolo’ se refere a como Freire falava sobre a alfabetização de trabalhadores da construção civil. Com a peça sobre Canudos, o grupo mantém as pesquisas sobre educação popular. Dinho Lima Flor comenta a homenagem a todas as pessoas que morreram no conflito:

‘”li era um experimento coletivo onde tudo era de todos e nada era de ninguém. O pensamento de Canudos não foi construído por uma pessoa, mas foi construído por muitas pessoas. Trazer essas pessoas junto com o Conselheiro, dar luz e estudar esses seres que estudaram e praticaram a resistência contra as Forças Armadas”, diz. 

Restinga de Canudos segue em cartaz até o dia 26 de abril, com sessões de quinta-feira a domingo e a reserva dos ingressos é feita na terça-feira da mesma semana da apresentação pelo site do Itaú Cultural.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA