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“Evidências” foi a música mais tocada nos palcos em 2025

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A gente ouve “Evidências”, de autoria de Jose Augusto e Paulo Sergio Valle, na voz da dupla Chitãozinho e Xororó. Um sucesso de 1990 que, mesmo três décadas depois, continua sendo hit não só entre o público de karaokê, mas entre os próprios cantores.  A prova é o levantamento do ECAD feito para celebrar o Dia Mundial do Compositor, comemorado nesta quinta-feira, 15 de janeiro. O dia nacional é só em outubro.

O ranking de músicas mais tocadas nos palcos em 2025 mostra “Evidências” em primeiro lugar na preferência dos artistas. Na sequência vem “Boate Azul”, de autoria de Benedito Seviero e Aparecido Tomás, seguida de “Não Quero Dinheiro”, de Tim Maia. A lista traz ainda, entre as dez mais, sucessos como “Anna Julia”, de Marcelo Camelo, e “Ainda ontem chorei de saudade”, de Moacy Franco.

O ranking, segundo o ECAD, é uma homenagem a quem transforma histórias, emoções e experiências em canções que atravessam gerações e fazem parte da identidade cultural do país. Foram considerados apenas os shows do ano passado e, é claro, aqueles que pagaram os direitos autorais de execução pública musical ao serviço de arrecadação, o ECAD.
 


Fonte: EBC Cultura

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Festival do Museu Nacional reúne ciência e cultura no Rio de Janeiro

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promove neste domingo (30) a 8ª edição do Festival Museu Nacional Vive, uma celebração que reúne ciência e cultura em um só espaço. O evento acontece na Quinta da Boa Vista, no entorno da sede do museu, na zona norte do Rio de Janeiro.

O festival celebra a reconstrução da instituição quase oito anos após o incêndio de grandes proporções que atingiu o local, mostrando que o museu continua produzindo conhecimento por meio de diversas pesquisas. Uma das atrações do evento é a Tenda Científica, que reúne 23 atividades em áreas como biodiversidade e arqueologia, como explica a vice-diretora da instituição, Juliana Sayão:

“A Tenda Científica é um espaço muito especial, porque permite que o público tenha contato direto com a ciência que é produzida no museu. Teremos atividades práticas e interativas com pesquisadores e estudantes apresentando diferentes áreas do conhecimento. Será possível visitar o inflável do INCT Paleovert, que traz as pesquisas mais modernas na paleontologia de vertebrados, conhecer vestimentas, barracas com os nossos pesquisadores que desenvolvem pesquisa na Antártica, além da incrível diversidade dos peixes, dos besouros e de outros insetos.”

Juliana Sayão destaca ainda que o público também vai poder acompanhar o andamento da reconstrução do museu:

“O festival é uma oportunidade de mostrar ao público que a reconstrução do museu está acontecendo e que ela envolve muito mais do que a recuperação de um edifício. Envolve pesquisa, conservação, cuidado com os acervos e muito trabalho de diferentes profissionais. Algumas das atividades permitem justamente que o visitante conheça um pouco desse processo e veja que o museu continua produzindo conhecimento enquanto se reconstrói.”

O festival conta ainda com apresentações de circo, música e exposições do artista plástico Vik Muniz. O evento acontece das 10h às 16h, com entrada franca.
 


Fonte: EBC Cultura

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