Cultura

Blocos afros são destaque no Carnaval de São Luís

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Os Blocos Afros do Maranhão são manifestações culturais que materializam a ancestralidade, a resistência e a força da cultura negra no estado. 

No Carnaval de São Luís, eles estão entre os destaques da programação todos os anos.

Os Blocos Afros resgatam a estética dos guerreiros das tribos africanas ao som dos tambores que ecoavam nas senzalas.

E nesta sexta-feira, a partir das quatro da tarde, 14 blocos afro tomam as ruas do Centro Histórico da capital maranhense em cortejo pelas ruas cercadas pelo casario centenário. 

A concentração será na Praça Deodoro em direção à Praça Nauro Machado.

Participam do desfile os blocos: Abibimã, Africanidade, Akomabu, Aruanda, GDAM, Officina Affro, Filhos do Rei Xangô, entre outros. 

No Maranhão, estes blocos são guardiões das tradições de matriz africana, seja na religiosidade, na música, no vestuário, na culinária e também realizam ações sociais e formativas junto às comunidades onde atuam. Muitos integrantes ainda mantêm ligação com outras manifestações típicas do estado, como o Bumba Meu Boi e o Tambor de Crioula.

Entre os mais antigos estão os blocos Akomabu e Abibimã, fundados em 1984 e 1990, respectivamente.

Já o GDam, além do tradicional Grupo de Dança Afro Malungos também é responsável por outra manifestação marcante do carnaval ludovicense, o Bloco do Reggae, que este ano completa 20 anos e homenageia duas referências do ritmo, os cantores Jimmy Cliff e Bob Marley.


Fonte: EBC Cultura

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No Rio, cinema africano é tema da mostra Espelhos d’África

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O cinema africano, que vem ganhando destaque mundial, é o tema da mostra Espelhos d’África, em cartaz a partir desta terça-feira (3) na Caixa Cultural Rio de Janeiro. O evento reúne produções cinematográficas do continente e atividades paralelas, como debates e oficinas, que aproximam o público de realizadores e pesquisadores.

Pela primeira vez na capital fluminense, a iniciativa busca ampliar o acesso do público brasileiro ao cinema feito na África, apresentando diferentes perspectivas sobre o continente. Entre os temas abordados estão memória, relações familiares e transformações sociais.

Entre os debates que fazem parte da programação estão: Cinema africano contemporâneo, narrativas e representações; Memória, tradição e identidade no cinema africano; e Corpo, dança e memória. Outra atração do evento são oficinas voltadas para o público infantil, como Imagens que Contam: Histórias Africanas em Cena; e Cinema e Natureza em Cabo Verde: Histórias que saem da Tela.

Todas as sessões têm entrada franca, com distribuição de ingressos na bilheteria 30 minutos antes de cada exibição. A mostra vai até o dia 15 de novembro.


Fonte: EBC Cultura

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