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Polícia Militar deflagra Operação Escola Segura para reforçar policiamento em instituições de ensino

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Com início do ano letivo no Estado, a Polícia Militar de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta segunda-feira (2.2), a Operação Escola Segura 2026. A ação visa reforçar o policiamento tático e ostensivo em instituições educacionais públicas e privadas, nos 142 municípios.

De acordo com o subchefe do Estado Maior, coronel Anderson Luiz do Prado, a Operação Escola Segura está integrada ao Programa Tolerância Zero Contra as Facções Criminosas, criado pelo Governo do Estado, e busca fortalecer a segurança de estudantes, professores, servidores e da comunidade escolar, além de ampliar a presença policial no entorno das unidades de ensino.


Conforme o coronel, a operação prevê o reforço do policiamento ostensivo, com rondas periódicas, abordagens preventivas, ações educativas e estratégias integradas de segurança, especialmente nos horários de entrada e saída de alunos. As atividades serão realizadas por equipes das unidades operacionais da Polícia Militar, de forma simultânea, em todo o Estado.

“A presença constante da polícia nas escolas contribui para o fortalecimento da confiança da população nas ações da PMMT e nas demais forças de segurança do Estado. A Operação Escola Segura é uma das ações que integram o programa Tolerância Zero do Governo de Mato Grosso. Essa é mais uma grande operação desencadeada pela instituição”, afirmou o coronel Anderson Luiz do Prado.

O comandante do 1º Comando Regional de Cuiabá, coronel Lima Júnior ressaltou que a Operação Escola Segura 2026 será desenvolvida de forma contínua ao longo do ano letivo, integrando ações de visitações nas escolas, palestras, sugerir protocolos de segurança orgânica às instituições de ensino, orientar e capacitar a comunidade escolar para saber como agir em caso de situações de risco.

Além disso, a operação busca prevenir ocorrência de crimes como roubos, furtos, tráfico de drogas e violência física ou verbal e marca o início das atividades do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) em Mato Grosso.


“A Operação Escola Segura 2026 reafirma o compromisso da Polícia Militar com a proteção da comunidade escolar e com a promoção de um ambiente de paz nas instituições de ensino. Nosso objetivo é atuar de forma preventiva, aproximando a polícia da sociedade e garantindo que alunos, professores e familiares se sintam seguros no dia a dia”.

O policiamento será reforçado com equipes dos 15 Comandos Regionais, Cavalaria, Batalhão de Rondas Ostensiva Tática Móvel (Rotam), Batalhão de Operações Especiais (Bope), Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), Batalhão Ambiental (BPMPA), Força Tática e Companhia de Rondas e a Ações Intensivas Ostensivas (Raio).

Fonte: Governo MT – MT

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Pivetta defende prevenção e oportunidades para enfrentar a violência em MT

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ATUAR EM VÁRIAS FRENTES

Governador e candidato à reeleição aponta educação, qualificação profissional e permanência dos jovens na escola como parte da estratégia para os próximos quatro anos

O governador Otaviano Pivetta, candidato à reeleição, defendeu, nesta quinta-feira (10.9), em entrevista à Rádio Metrópole, em Cuiabá, que o enfrentamento à violência em Mato Grosso exige atuação em diferentes frentes, com investimentos em segurança, tecnologia e inteligência, mas também em prevenção e na criação de oportunidades para os jovens.

“Não existe uma receita simples e não é só um fator. Nós temos que atuar em várias frentes. A primeira delas, que eu considero que está no nosso alcance, é urgente e nós já estamos fazendo. É melhorar o ambiente escolar para os nossos jovens dos anos finais e do ensino médio ficarem na escola e receberem curso técnico na escola”, afirmou.

Para os próximos quatro anos, Pivetta defende a ampliação do ensino técnico para todos os estudantes dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio. Atualmente, cerca de 15 mil jovens já fazem cursos técnicos no Estado.

“O nosso plano nesses próximos quatro anos é levar curso técnico para 100% dos nossos alunos dos anos finais e do ensino médio, para que o aluno, já aos 16, 17 anos, tenha uma profissão e comece a trabalhar. Emprego nós temos. Isso é um programa que já está em andamento”, destacou.

*”Tornar a educação atrativa”*

Pivetta também defende a modernização das escolas como parte da estratégia para manter os jovens no ambiente escolar, com a incorporação de tecnologia e inteligência artificial à educação.

“Além disso, através da educação, libertar os nossos jovens e tornar a educação atrativa a ponto de reter esses jovens na escola. Isso precisa de tecnologia, que nós já estamos implementando também, e inteligência artificial. É modernizar a nossa estrutura de educação para que ela seja mais atrativa. E as nossas escolas também”, disse.

O governador ressaltou ainda a importância de melhorar os espaços onde os estudantes passam boa parte do dia e citou as mudanças realizadas na estrutura das unidades de ensino.

“Porque as nossas escolinhas eram de lata, eram tristes. Nós estamos melhorando muito as escolas. Isso é bom, isso é importante. Ninguém quer morar em um cortiço. Esse é um dos elementos fundamentais”, acrescentou.

*Combate ao crime organizado*

Na avaliação de Pivetta, a prevenção precisa caminhar junto com o enfrentamento direto à criminalidade. O governador defende uma política nacional de combate às organizações criminosas e afirma que o problema ultrapassa os limites dos estados.

“Isso não quer dizer que nós tenhamos que ficar a vida toda concorrendo com um Estado paralelo. Nós precisamos de uma política nacional de combate ao crime organizado. Porque os escritórios do crime não estão aqui, estão nos grandes centros”, afirmou.

Pivetta também cobrou uma atuação mais efetiva do Governo Federal e defendeu que o enfrentamento às organizações criminosas exige vontade política e determinação.

“Daí a necessidade do governo federal realmente se interessar. Precisa ter vontade política e determinação e separar mocinho de bandido. Não dá para relativizar a bandidagem. E é o momento de mudar esse cenário, agora, dia 4 de outubro. O povo tomar para si o Brasil. Eu tenho muita fé que isso vai acontecer. Eleger senadores livres. Eleger deputados que possam mudar as leis que têm que mudar. Especialmente o Senado. Mas o Congresso como um todo”, concluiu.

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