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Max projeta seis deputados e cadeiras na majoritária: “não existe espaço vazio”
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O deputado estadual Max Russi (PSB) anunciou que o objetivo central do Podemos, partido que ele assume no dia 7 de março, para 2026 é eleger, no mínimo, seis deputados estaduais. Com a confiança de quem já superou previsões pessimistas em pleitos anteriores, o presidente da Assembleia Legislativa conta como trabalha na engenharia partidária.
Russi rebate os céticos lembrando o histórico do seu antigo grupo no PSB e a performance em Cuiabá. Para ele, o crescimento da bancada estadual é o alicerce para exigir participação nas chapas majoritárias, Governo e Senado, no próximo pleito.
“A política não aceita espaço vazio. Se você larga, alguém toma. O projeto principal é eleger seis estaduais, anotem aí. Se dentro disso tivermos suplência, vice ou outros espaços na majoritária, isso vai motivar nossa chapa a trabalhar ainda mais”, afirmou o parlamentar.
Russi admitiu que a montagem da chapa para deputado federal é o maior “quebra-cabeça” desta eleição. Com apenas nove vagas e a necessidade de atingir um quociente eleitoral elevado, estimado em 250 mil votos, o deputado alerta que não há margem para erro. Ele enfatizou a necessidade de mulheres “com voto e representatividade real”, e não apenas para preencher cotas
Max prevê que, assim como em eleições passadas, apenas três ou quatro partidos conseguirão eleger federais em Mato Grosso, devido à rigidez da legislação eleitoral.
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Deputados articulam chapa de oposição para enfrentar Max
Insatisfeitos com condução da atual Mesa Diretora, dois deputados estaduais, que ultrapassaram a marca de 40 mil votos, articulam chapa robusta para enfrentar o atual presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos). A eleição interna acontecerá no dia 1º de fevereiro do ano que vem.
Segundo fonte quentíssima da coluna, Faissal Calil (PL) e Diego Guimarães (Republicanos), já iniciaram contatos com os eleitos e reeleitos para montar grupo de oposição. Ao menos oito colegas, entre novatos e veteranos, sinalizaram apoio ao projeto de Faissal e Diego. Ainda de acordo com a mesma fonte, cardeais do Palácio Paiaguas estariam bancando a “virada de chave” na Casa de Leis.
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