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Polícia Civil prende dois por tráfico de drogas em Cuiabá

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Uma ação investigativa realizada pela Polícia Civil culminou na prisão de dois homens suspeitos de prática de crime de tráfico de drogas. As prisões ocorreram nos bairros Residencial Itamaraty e Novo Horizonte, em Cuiabá, na ultima terça-feira (24).

A ação foi desencadeada pela Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos de Cuiabá. Conforme a investigação, em um primeiro momento, houve uma denúncia anônima de que um suspeito, de 45 anos, existência de um ponto de tráfico, no bairro Novo Horizonte.

Diante das informações, foram realizadas diligências investigativas com intuito de apurar a veracidade dos fatos, sendo identificado um mandado de prisão em aberto em desfavor do suspeito, expedido pela 2ª Vara de Execução do Tribunal de Justiça de Mato Grosso dos Sul, pelo crime de roubo.

A segunda prisão também foi em decorrência direta de cumprimento de mandado de busca e apreensão, expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, que culminou no flagrante por crime de tráfico de drogas. A ação foi realizada no bairro Jardim Itamaraty.

Ao dar cumprimento ao mandado, a equipe da Denarc apreendeu com no local porções de substâncias análogas à mela, cocaína, maconha, além de aparelhos celulares e itens comumente utilizados no comércio de tráfico de entorpecentes.

Após as prisões, os suspeitos e todo material apreendido foi entregue na Denarc, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis. Posteriormente, a dupla foi colocada à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil de MT realiza mais de 430 operações entre janeiro e outubro deste ano

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A Polícia Civil de Mato Grosso apresentou, entre janeiro e outubro deste ano, resultados expressivos no combate à criminalidade em todo o Estado, refletindo a eficiência do trabalho investigativo da instituição. Neste período, foram realizadas 434 operações policiais, com uma média de 43 ações por mês, que resultaram na prisão de 1.314 pessoas suspeitas de envolvimento em crimes.

O interior do estado concentrou, até o momento, o maior volume de operações, com 253 ações deflagradas pelas Delegacias Regionais. As unidades da Diretoria de Atividades Especiais realizaram outras 119 operações, enquanto as equipes da Diretoria Metropolitana foram responsáveis por 61 operações. O desempenho reflete o fortalecimento da atividade investigativa, do planejamento operacional e da integração entre as unidades. 

As ações também contaram com apoio da Diretoria de Inteligência e dos Núcleos de Inteligência das unidades policiais de todo o Estado, com objetivo combater crimes relacionados a facções criminosas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, estelionato, roubos, furtos, corrupção e crimes fazendários, ambientais, entre outras modalidades delitivas.

Entre janeiro e outubro, a Polícia Civil também cumpriu 7.619 mandados de prisão e realizou cerca de 22 mil prisões em flagrante em Mato Grosso.

A delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, ressalta que a operação é resultado de um trabalho complexo, qualificado e estruturado, que começa muito antes de sua deflagração, envolvendo coleta de informações, análise de dados, produção de provas e planejamento estratégico.

“O planejamento técnico é fundamental para que uma operação seja desencadeada de forma coordenada e eficiente, garantindo que as equipes atuem de maneira integrada e que os objetivos estabelecidos em cada investigação sejam alcançados”, afirma.

Os resultados também foram impulsionados pelo reforço e crescimento contínuo do efetivo da instituição. Em abril deste ano, a Polícia Civil recebeu 124 novos servidores, sendo 55 investigadores e 69 escrivães. Este também foi o mês que registrou o maior pico de operações no ano, com 60 ações deflagradas em todo Estado. Entre 2019 e 2025, a Polícia Civil nomeou outros 381 novos servidores.

Desde o início do ano a instituição realiza a Operação Pharus, um planejamento estratégico da Polícia Civil no âmbito do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado, direcionado ao combate às facções criminosas em Mato Grosso.

A denominação “Pharus” é derivada do latim e significa “farol”, uma estrutura que remete à emissão constante de luz e ao direcionamento na escuridão. A escolha dessa nomenclatura visa representar simbolicamente a presença e a firmeza do Estado na identificação e na repressão às facções criminosas.

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