Mato Grosso

Contas de governo do ex-prefeito Fábio Faria são aprovadas pelo TCE/MT

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As contas anuais de governo de 2024 do ex-prefeito de Canarana, Fábio Faria, foram aprovadas pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE/MT). A análise, realizada pelo relator Conselheiro Valter Albano, confirmou que os limites e percentuais constitucionais e legais foram atendidos.

O relatório de análise aponta que o município destinou 31,08% da receita à educação, superando o mínimo constitucional de 25%. Na área da saúde, o município aplicou 24,12%, também acima do mínimo exigido de 15%.

No que diz respeito às despesas com pessoal, o Executivo manteve o percentual em 42,8%, abaixo do limite legal de 54%, enquanto os repasses ao Legislativo ficaram em 3,72%, dentro do limite de 7%.

Fábio Faria, que administrou Canarana por dois mandatos consecutivos, também ocupa o cargo de conselheiro fiscal da diretoria da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

O ex-gestor comemorou a aprovação das contas, destacando que o resultado é fruto de um trabalho comprometido com a transparência e eficiência na gestão. “Após dois mandatos à frente da prefeitura de Canarana, a aprovação das contas reflete o nosso compromisso com a lisura, transparência e eficiência da gestão pública”, afirmou Faria. O julgamento no TCE ocorreu na sessão do dia 18 de novembro de 2025.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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