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Abílio fala em “defesa seletiva” e cobra Janaína sobre casos envolvendo Flávia Moretti e secretaria

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, voltou a criticar publicamente a deputada estadual Janaina Riva (MDB), apontada como pré-candidata ao Senado, e afirmou que a parlamentar adota uma “defesa seletiva” das mulheres na política. As declarações foram feitas neste sábado, em meio ao acirramento político após a filiação da vice-prefeita Vânia Rosa ao MDB, movimento articulado pela deputada.

Durante a fala, Abilio citou a situação política em Várzea Grande, mencionando ataques contra a prefeita Flávia Moretti e integrantes da gestão municipal. Segundo ele, faltaria posicionamento público de Janaína em defesa de mulheres que enfrentam embates políticos no município.

O prefeito também criticou o presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, ligado ao MDB, afirmando que a atuação do grupo político associado ao ex-prefeito Kalil Baracat tem dificultado a administração municipal.

Abilio argumentou que a defesa das mulheres na política deve ocorrer independentemente de alinhamento partidário. Para reforçar o discurso, citou o episódio envolvendo a vereadora Edna Sampaio, do PT, quando se posicionou contra o processo de cassação na Câmara de Cuiabá.

Além disso, o prefeito mencionou a presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Paula Calil, afirmando que ela também tem sido alvo de ataques políticos e questionando quem estaria defendendo a parlamentar.

“Se é para defender as mulheres na política, que se defendam todas, independentemente de partido”, declarou.

As declarações ampliam o clima de tensão política entre Abilio Brunini e Janaína Riva, que vêm trocando críticas indiretas desde o início das articulações eleitorais para 2026 em Mato Grosso.

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Deputados articulam chapa de oposição para enfrentar Max

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Insatisfeitos com condução da atual Mesa Diretora, dois deputados estaduais, que ultrapassaram a marca de 40 mil votos, articulam chapa robusta para enfrentar o atual presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos). A eleição interna acontecerá no dia 1º de fevereiro do ano que vem.

Segundo fonte quentíssima da coluna, Faissal Calil (PL) e Diego Guimarães (Republicanos), já iniciaram contatos com os eleitos e reeleitos para montar grupo de oposição. Ao menos oito colegas, entre novatos e veteranos, sinalizaram apoio ao projeto de Faissal e Diego. Ainda de acordo com a mesma fonte, cardeais do Palácio Paiaguas estariam bancando a “virada de chave” na Casa de Leis.

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