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Mauro considera candidatura de Max Russi como legítima, mas diz não ter ouvido confirmação

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 O governador Mauro Mendes (União) afirmou que considera legítima uma eventual candidatura do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Max Russi (Podemos), ao Governo do Estado. Apesar disso, disse que até o momento não recebeu qualquer indicação direta do parlamentar sobre a intenção de disputar o Palácio Paiaguás.

A possibilidade ganhou força após declaração da presidente nacional do Podemos, Renata Abreu, durante um evento de filiação partidária realizado no último sábado (7). Na ocasião, ela afirmou que o “sonho” da sigla é lançar Russi como candidato ao governo.

Questionado sobre o assunto, Mauro Mendes avaliou que qualquer cidadão que esteja em pleno exercício de seus direitos políticos pode disputar uma eleição, incluindo o presidente da Assembleia. No entanto, ressaltou que não houve conversa direta com o deputado sobre a construção de uma candidatura.

“É a legitimidade de qualquer cidadão no exercício gozo dos seus direitos políticos, ele pode ser candidato. O Max é uma liderança do seu partido, é presidente da Assembleia […] isso depende muito dele e dele querer construir um projeto. Agora, eu não ouvi nada disso até agora, além de especulação”, afirmou o governador.

Nos bastidores da política mato-grossense, o nome de Max Russi tem sido citado como uma possível alternativa dentro do grupo político que hoje integra a base de apoio do governo estadual. Até o momento, porém, não há confirmação pública do deputado sobre uma eventual candidatura ao Executivo estadual.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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