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MPE e PC pedem prisão de líder sindical por ameaça e perseguição contra servidora pública

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O Ministério Público Estadual (MPE) solicitou à Justiça, nesta quarta-feira (18), a prisão do sindicalista Antônio Wagner, investigado por ameaça, violência psicológica e perseguição contra uma dirigente sindical em Mato Grosso. O pedido ainda aguarda decisão judicial.

Antônio Wagner é presidente do Sindicato dos Profissionais da Área Meio do Poder Executivo (Sinpaig). A medida foi requerida com base em investigação da Polícia Civil, após a presidente da Federação dos Servidores Públicos de Mato Grosso, Carmen Machado, registrar boletim de ocorrência.

Ela acusa o sindicalista de utilizar grupos de WhatsApp e outros canais para difamá-la, constrangê-la e intimidá-la. Segundo o registro, ele teria feito postagens questionando sua legitimidade como líder sindical, com frases como “você não tem legitimidade para representar os servidores públicos” e “prêmio de consolação”.

Para o MPE, as condutas indicam uma atuação deliberada para constranger e desqualificar a vítima, com características de violência psicológica e institucional, além de traços de misoginia por se tratar de ataques direcionados a uma mulher em posição de liderança.

O órgão também aponta que o investigado se vale de sua visibilidade para expor e humilhar Carmen, que é idosa. Conforme relatado pela vítima, os episódios teriam causado forte abalo emocional, com sintomas como insônia, ansiedade e dificuldade de concentração.

No pedido, a Polícia Civil, por meio da delegada Judá Maali, da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, ainda destacou que Antônio Wagner já responde a outro inquérito por fatos semelhantes, o que indicaria reiteração de conduta.

A autoridade policial sustenta que a liberdade do sindicalista representa risco à segurança psicológica da vítima e à ordem pública, já que as ações têm ampla repercussão em redes sociais e no meio sindical.

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Polícia Penal abate drone e apreende celulares e drogas durante revista em penitenciária

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A Polícia Penal realizou, nesta terça-feira (20), uma revista na Penitenciária Major PM Eldo de Sá Corrêa, conhecida como Mata Grande, em Rondonópolis, onde foram apreendidos 47 celulares, 92 porções de substâncias análogas a drogas e outros materiais ilícitos. A ação ocorreu após a equipe antidrones interceptar um equipamento utilizado em tentativas de introdução de materiais na unidade prisional.

Entre 3h e 3h45, os policiais penais identificaram o sobrevoo de um drone utilizado para transportar materiais ilícitos para o interior da penitenciária. Durante a ocorrência, foram contabilizadas seis entregas no Raio II. No Raio IV, a barreira de contenção instalada na área externa permitiu interceptar um invólucro com dois aparelhos celulares do tipo smartphone, da marca Samsung.

A equipe antidrones da segurança penitenciária interceptou, por volta das 6h45, uma aeronave usada na tentativa de introduzir materiais ilícitos na unidade prisional.

Na sequência, a direção do presídio deflagrou uma operação de varredura no Raio IV para localizar outros objetos proibidos nas celas e reforçar o controle disciplinar no setor.

Durante a operação, foram apreendidos 47 aparelhos celulares do tipo smartphone, sete chips de telefonia, oito carregadores, cinco cabos USB, 69 porções de substância análoga à maconha e 23 porções de substância análoga à cocaína.

A intervenção segue as diretrizes do programa estadual Tolerância Zero às Facções Criminosas, focado no combate à entrada de ilícitos no sistema penitenciário. A ação foi executada por policiais penais durante a troca de turnos para conter brechas na segurança da unidade.

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