Mato Grosso

Pivetta lamenta destituição de Mauro Carvalho da Presidência do PRD: “azar é do partido”

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Vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), pré-candidato do partido ao governo, disse à imprensa que quem perde com a destituição do empresário Mauro Carvalho, ex-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, da presidência do Diretório Regional do PRD no Estado, é o partido.

Questionado, Pivetta disparou: “o azar é do partido, não é do Mauro”. “Fico feliz pelo Mauro Carvalho. Fico feliz por ele…partido hoje está que nem ônibus de porta aberta né, uns entram pela frente, outros saem por trás”, disparou.

“Eu acho que dispensar uma pessoa que nem o Mauro Carvalho, com o que ele pode oferecer, azar é do partido, e não do Mauro”, emendou o vice-governador que assume o governo nesta terça-feira (31), com a renúncia do governador Mauro Mendes (União), para disputar o Senado.

Pivetta disse que a destituição de Carvalho do PRD não interfere em nada o seu projeto de disputar o governo. “Não interfere nada…esses golpes são…eu não sei fazer, mas eu sei me defender deles”, afirmou.

“Eu aprendi, ao longo da vida, que esses golpes, o problema é de quem dá, e não de quem recebe. Nós vamos seguir em frente e vamos nos dirigir ao povo mato-grossense. Contar a nossa história, falar do que queremos fazer. Deus na frente e nós trabalhando atrás”, argumentou o vice-governador.

Sobre o comando da Casa Civil no seu governo, a partir da renúncia de Mendes, se poderia ser Mauro Carvalho, Pivetta disse que tem chance. “Tem boa chance de ser. Tem boa chance porque ele está disponível, fez um trabalho maravilhoso em cinco anos, é amigo do Mauro, meu amigo também, pessoa da confiança do Mauro e da minha confiança também”, destacou.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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