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Número de escolas de samba no Grupo Especial do Rio vai aumentar

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Uma boa notícia para quem gosta do carnaval na Sapucaí! Até 2030, o grupo especial terá 15 escolas no desfile do principal espetáculo da Terra. O acordo entre a Liesa, Liga Independente das Escolas de Samba, e a prefeitura do Rio foi fechado nessa quinta-feira (9), na Cidade do Samba. A ampliação será progressiva, explica o presidente da Liesa, Gabriel David.

“Iremos para o Carnaval de 2027 com as 12 escolas, onde uma escola vai descer para o grupo de acesso e duas escolas do grupo de acesso subirão pro especial. Isso se repete em 2028, isso se repete em 2029. Em 2030, a gente vai pro desfile com 15 escolas no especial. Qual é o barato desse modelo? Dá tempo da gente se preparar com todos os parceiros privados do Carnaval para que todo mundo tenha um cenário de protagonismo, equilíbrio de competitividade, a gente não fira os trabalhadores, os artistas do carnaval”.

O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, garantiu o suporte necessário para a transição. Além do cronograma de expansão, foi reforçada na reunião a necessidade de garantir condições estruturais equivalentes para todas as escolas, assegurando isonomia na preparação dos desfiles.

 


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos

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A Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos nesta terça-feira,1º, e ganha uma homenagem especial no Viva Maria. Com apresentação de Mara Régia, o programa celebra a história da emissora que, há quase cinco décadas, leva informação, cultura e serviço a comunidades de diferentes regiões da Amazônia.

Para marcar a data, o programa recupera a memória musical da emissora em um depoimento do cantor e compositor paraense Nilson Chaves. Ele relembra o processo coletivo de criação de oito peças musicais produzidas especialmente para a Rádio Nacional da Amazônia, em uma experiência que buscou traduzir, em diferentes ritmos, a diversidade cultural da região e a relação da rádio com seus ouvintes.

“Conseguimos viajar um pouco nos ritmos da Amazônia, trazer mais esses ritmos para dentro da rádio, que fosse a identidade da rádio junto com esse povo amazônico”, conta Nilson Chaves.

A edição também apresenta uma memória especialmente afetiva. Mara Régia, que há décadas está ligada à programação da Rádio Nacional da Amazônia, lembra que a emissora se tornou uma espécie de ponte entre os territórios mais distantes e o restante do país.

Essa dimensão aparece com força no depoimento de Maryellen Crisóstomo, jornalista, ativista dos direitos humanos e liderança quilombola do Território Baião, em Almas, no sudeste do Tocantins. Ela conta que cresceu ouvindo a Nacional da Amazônia e que, para sua família, a rádio era muito mais do que uma fonte de informação: era também um meio de comunicação entre parentes e comunidades.

Maryellen recorda, por exemplo, os calendários enviados pela emissora aos ouvintes que escreviam para a rádio. A lembrança, guardada desde a infância, transforma em testemunho da presença da Nacional da Amazônia no cotidiano de comunidades onde outros meios de comunicação praticamente não chegavam.

E, para Mara Régia, a comemoração dos 49 anos já aponta para o próximo grande marco: o cinquentenário da emissora, em 2027.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

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