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Wanderley Cerqueira articula base e já soma 15 apoios à mesa

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Faltando apenas 29 dias para a eleição da mesa diretora da Câmara de Várzea Grande, o presidente Wanderley Cerqueira já trabalha com um cenário favorável. Nos bastidores, ele afirma contar com o apoio de 15 vereadores para a composição do próximo comando do Legislativo.

A articulação vem sendo construída de forma silenciosa, mas eficiente, garantindo ao parlamentar uma base sólida para a disputa. Um vídeo divulgado recentemente reforça esse cenário: nas imagens, Wanderley aparece ao lado de 13 vereadores, evidenciando a força do grupo. Além disso, outros dois parlamentares já declararam publicamente que o voto será destinado ao presidente, consolidando o número apresentado nos bastidores.

Aliados avaliam que o movimento demonstra força política e capacidade de diálogo com diferentes grupos dentro da Câmara. A estratégia tem sido ampliar apoios e evitar desgastes públicos, mantendo as negociações no campo interno.

Nos corredores, o clima já é de definição antecipada, embora ainda haja espaço para mudanças até o dia da eleição. Mesmo assim, o cenário atual coloca Wanderley Cerqueira como principal nome na corrida pela mesa diretora.

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Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

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O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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