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Condenado por homicídio é preso pela PC quando deixava residência em Mato Grosso

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A Polícia Civil cumpriu, na sexta-feira (24), um mandado de prisão definitiva em desfavor de um homem, de 43 anos, condenado pelo crime de homicídio ocorrido em Rondonópolis.

A ordem judicial, expedida pela Primeira Vara Criminal de Rondonópolis, cumpre sentença condenatória já transitada em julgado, que fixou pena de seis anos e oito meses de reclusão, a ser cumprida em regime fechado.

Após tomarem conhecimento da existência do mandado de prisão em aberto, equipes da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis iniciaram levantamentos e monitoramento com o objetivo de localizar o condenado.

Com base nas informações obtidas, os policiais lograram êxito em localizar o alvo no momento em que ele deixava sua residência, situada no bairro Cidade Alta, em Rondonópolis, ocasião em que foi realizada a abordagem e o cumprimento da ordem judicial, sem intercorrências.

Após a captura, o condenado foi conduzido à DHPP de Rondonópolis para os procedimentos legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça para cumprimento da pena.

Operação Regional Rondonópolis Segura

A prisão é resultado de diligências contínuas realizadas no âmbito da Operação Regional Rondonópolis Segura, iniciativa estratégica voltada ao enfrentamento qualificado da criminalidade na região.

A operação tem como foco o levantamento de alvos e o cumprimento de mandados judiciais, incluindo prisões e buscas, direcionados à repressão de crimes como homicídio, tráfico de drogas e violência doméstica, além de fortalecer a atuação da polícia judiciária civil na regional.

“As ações integradas são fundamentais para a redução da criminalidade e a promoção da segurança pública. Com essa prisão, reforçamos o compromisso da Polícia Civil com a efetividade das investigações e a execução de decisões judiciais”, afirmou o delegado João Paulo Praisner, da DHPP.

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Réu é condenado por duplo homicídio de pacientes em clínica de recuperação em VG

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público.

O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. 

Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. 

As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. 

Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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