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Quarta edição do Quintal Cuiabano leva danças e tradição gastronômica a crianças em Cuiabá

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A quarta edição do projeto Quintal Cuiabano teve como destaque a participação de crianças do CMEI Paulo Ronan, que apresentaram danças tradicionais como siriri e cururu, além de atividades culturais envolvendo música, artes e gastronomia típica de Cuiabá.

A ação integra a política de valorização da cultura regional nas unidades da rede municipal e amplia o alcance do projeto para diferentes faixas etárias. A proposta é promover vivências práticas da cultura cuiabana dentro do ambiente educacional, envolvendo alunos, professores e famílias.

Realizada em Cuiabá, a iniciativa reuniu a comunidade escolar em uma programação que incluiu coral, exposições de pintura e a produção do “francisquito”, biscoito amanteigado tradicional da capital mato-grossense.

A secretária adjunta de Direitos Humanos, da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Vilmara Vidica, destacou o envolvimento da comunidade escolar e o impacto da ação no processo educativo.

“A escola se transforma com o projeto. As famílias participam e as crianças vivenciam a cultura de forma real. Isso fortalece a identidade e mostra que a nossa tradição continua viva”, disse.

Já a secretária municipal da pasta de Assistência Social, Hélida Vilela, reforçou que a iniciativa atende a uma diretriz da gestão municipal de valorização das tradições locais.

“Muitas vezes, as novas gerações não conhecem a cultura regional. O projeto aproxima passado e presente, garantindo que esse conhecimento seja preservado”, afirmou.

Na unidade, a preparação das crianças incluiu atividades pedagógicas iniciadas ainda no período do aniversário de Cuiabá, com foco nas manifestações culturais e na culinária típica. A diretora do CMEI Paulo Ronan, Maria do Carmo, ressaltou o impacto da ação no desenvolvimento dos alunos.

“As crianças participaram de ensaios, atividades culturais e da produção do francisquito. Foi um processo de aprendizado que envolveu toda a equipe e trouxe a cultura para o cotidiano delas”, explicou.

Com edições previstas ao longo do ano, a expectativa da gestão é ampliar o alcance do Quintal Cuiabano, consolidando a iniciativa como ferramenta de educação cultural e integração comunitária.

Confira abaixo onde devem ocorrer as próximas edições do projeto:

  • 05/05: CEIC Maria Ligia Borges Garcia
  • 13/05: CEIC Professora Luciene Ferreira de Oliveira
  • 20/04: EMEB Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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