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Começa em Manaus a tradicional Feira Folclórica do Amazonas

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A tradicional Feira Folclórica do Amazonas começa no Centro Cultural dos Povos da Amazônia, localizado na Bola da Suframa, Zona Sul de Manaus.

O evento marca o início da temporada cultural, que antecede o Festival Folclórico do Amazonas 2026, e promete movimentar o cenário artístico da capital amazonense.

Neste ano, a grande novidade é a realização de disputas entre os grupos folclóricos, o que deve aumentar a competitividade e também a interação com o público.

A programação segue até o dia 24 de maio, sempre de quinta a domingo, a partir das 8 horas da noite.

A feira reúne diversas manifestações culturais que representam as tradições da região amazônica. Entre as atrações estão apresentações de cirandas, quadrilhas, tribos indígenas, coreografadas e bois bumbás, levando ao público muita música, dança, cores e encenações inspiradas nas lendas e costumes populares da Amazônia.

Além de valorizar a cultura regional, o evento também funciona como preparação para o Festival Folclórico do Amazonas. Os grupos aproveitam o espaço para ensaios e ajustes técnicos no mesmo local, onde acontecem as apresentações oficiais.

Com entrada gratuita, a Feira Folclórica também incentiva a economia criativa, fortalece os artistas locais e amplia o acesso da população à cultura popular amazonense.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos

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A Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos nesta terça-feira,1º, e ganha uma homenagem especial no Viva Maria. Com apresentação de Mara Régia, o programa celebra a história da emissora que, há quase cinco décadas, leva informação, cultura e serviço a comunidades de diferentes regiões da Amazônia.

Para marcar a data, o programa recupera a memória musical da emissora em um depoimento do cantor e compositor paraense Nilson Chaves. Ele relembra o processo coletivo de criação de oito peças musicais produzidas especialmente para a Rádio Nacional da Amazônia, em uma experiência que buscou traduzir, em diferentes ritmos, a diversidade cultural da região e a relação da rádio com seus ouvintes.

“Conseguimos viajar um pouco nos ritmos da Amazônia, trazer mais esses ritmos para dentro da rádio, que fosse a identidade da rádio junto com esse povo amazônico”, conta Nilson Chaves.

A edição também apresenta uma memória especialmente afetiva. Mara Régia, que há décadas está ligada à programação da Rádio Nacional da Amazônia, lembra que a emissora se tornou uma espécie de ponte entre os territórios mais distantes e o restante do país.

Essa dimensão aparece com força no depoimento de Maryellen Crisóstomo, jornalista, ativista dos direitos humanos e liderança quilombola do Território Baião, em Almas, no sudeste do Tocantins. Ela conta que cresceu ouvindo a Nacional da Amazônia e que, para sua família, a rádio era muito mais do que uma fonte de informação: era também um meio de comunicação entre parentes e comunidades.

Maryellen recorda, por exemplo, os calendários enviados pela emissora aos ouvintes que escreviam para a rádio. A lembrança, guardada desde a infância, transforma em testemunho da presença da Nacional da Amazônia no cotidiano de comunidades onde outros meios de comunicação praticamente não chegavam.

E, para Mara Régia, a comemoração dos 49 anos já aponta para o próximo grande marco: o cinquentenário da emissora, em 2027.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

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