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Gefron apreende 12,9 toneladas de drogas e provoca prejuízo de R$ 222 milhões ao crime em MT

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As operações integradas do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) com outras forças de segurança de Mato Grosso e de estados da Amazônia Legal resultaram na apreensão histórica de 12,9 toneladas de drogas no primeiro quadrimestre de 2026. 

A quantidade representa um prejuízo estimado em R$ 222 milhões às facções criminosas que atuam com o tráfico de drogas produzidas na Colômbia e Bolívia, e que utilizam Mato Grosso como rota de transporte com destino às grandes cidades brasileiras e outros continentes.

O volume de drogas apreendido é 55% maior em comparação com o mesmo período do ano passado, quando o Gefron apreendeu 8,3 toneladas em operações dentro e fora do estado. Além do entorpecente, as ações também resultaram na apreensão de nove aeronaves e 20 veículos e embarcações usados para o transporte das drogas, além da prisão de 39 suspeitos.

Conforme o levantamento do Gefron, a maior parte dos entorpecentes apreendidos é de Skunk, conhecido como supermaconha: 4,9 toneladas. Também foram apreendidas 4,1 toneladas de cloridrato de cocaína, 3,2 toneladas de pasta base e 748 quilos de maconha.

Desse volume, 3,6 toneladas de drogas foram retiradas de circulação em Mato Grosso e 9,3 toneladas em ações conjuntas nos estados de Rondônia, Amazonas, Pará e Tocantins, além do Peru.

O coordenador do Gefron, tenente-coronel PM Airton Feitosa, destaca que a integração entre as forças de segurança tem sido fundamental para ampliar os resultados no combate ao tráfico internacional de drogas, principalmente para os estados localizados na região de fronteira.

“O tráfico de drogas não possui fronteira e interliga todos os estados brasileiros que estão na rota percorrida pelo entorpecente até chegar a outros continentes. Isso exige que nós trabalhemos de forma integrada, na colaboração ou troca de informações de inteligência. Nosso foco central é apreender a maior quantidade de drogas possível, retirando esses entorpecentes de circulação, e pela primeira vez chegamos a essa quantidade histórica”, observa.  

As apreensões contabilizadas fazem parte da Operação Protetor da Fronteira, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em conjunto com o programa Tolerância Zero Contra Facções Criminosas, do Governo de Mato Grosso, que fortalece a atuação integrada das forças de segurança estaduais e federais. 

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Homem sequestrado por falsos policiais civis é encontrado decapitado em Várzea Grande

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Conteúdo/ODOC – Wellington Eduardo da Costa Jardim, de 35 anos, foi sequestrado dentro de casa e encontrado decapitado nesta terça-feira (11), em uma área de mata na região do Capão Grande, em Várzea Grande. Ele estava desaparecido desde a madrugada de segunda-feira (10).

Criminosos armados invadiram a residência da vítima, no bairro Residencial São Benedito, por volta das 4h40. Para entrar no imóvel, o grupo se passou por policiais civis.

Wellington e a companheira foram rendidos e mantidos sob ameaça enquanto os criminosos procuravam dinheiro e objetos de valor. O bando encontrou uma quantia em dinheiro e roubou dois celulares, sendo um Poco e um iPhone 12.

Na fuga, os criminosos levaram Wellington. A companheira permaneceu na casa e acionou a Polícia Civil.

O desaparecimento mobilizou equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que passaram a realizar buscas e diligências para localizar a vítima e identificar os responsáveis.

Dois dias depois, o corpo foi encontrado em uma região de mata. Wellington estava sem a cabeça.

Com a descoberta, o caso passou a ser tratado também como homicídio. A Polícia Civil investiga quem participou da execução, onde a vítima foi morta e qual teria sido a motivação do crime. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

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