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Viva Maria reflete sobre a “falsa abolição” da escravatura no Brasil

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Olá amigas e amigos deste nosso programa que, à luz de uma verdade histórica incontestável, desde os anos 1980 se nega a comemorar o 13 de maio, que é o dia oficial da Abolição da Escravatura no Brasil.

A exemplo do que faz o movimento negro, este programa prefere aproveitar a data para chamar a atenção da nossa sociedade para o cenário de exclusão e discriminação que, até hoje, 138 anos depois, ainda nega à população negra a igualdade de oportunidades.

Por isso, em nome de uma revisão que a história desse país ainda está a nos dever — inclusive nos livros didáticos — queremos ouvir a professora Gina Vieira Ponte, que ainda ontem (12) foi agraciada com o Prêmio Engenho Mulher 2025 por ter se tornado uma referência em educação do Brasil.

Ela é autora do Projeto Mulheres Inspiradoras, responsável pela transformação da vida de centenas de alunos da rede pública que frequentaram suas aulas, em Brasília (DF).

A propósito, neste 13 de maio, vamos ouvir com muita atenção a aula que ela vai nos dar sobre os bastidores políticos que levaram a Princesa Isabel a promulgar a Lei Áurea.

▶️ Clique no player acima de acompanhe a entrevista!


Fonte: EBC Cultura

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Artes visuais: memória negra e Baixada Fluminense em destaque no Rio

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No Rio de Janeiro, as memórias históricas da população negra e a Baixada Fluminense ganham destaque em duas exposições gratuitas e recém inauguradas, que atravessam o campo das artes visuais.

As exposições cumprem temporada no Centro Cultural “Petrobrás Futuros – Arte e Tecnologia”, na Zona Sul carioca. 

A primeira delas, “Escrevendo com a Luz”, tem curadoria da cantora e compositora Luedji Luna e do artista Lázaro Roberto, fundador da instituição Zumví Arquivo Afro Fotográfico, que ao longo de 36 anos reúne vasto acervo histórico, preservando a memória dos povos negros através da fotografia. 

Parte desse acervo está lá no Centro Cultural. Podem ser vistos registros de corpos, territórios, manifestações culturais e acontecimentos que ajudam a construir outras perspectivas sobre a história do país, a partir do olhar de quem vive e registra essas experiências. 

Saindo da fotografia, o público também pode conferir a exposição “De onde venho”. É um convite a imersão pelos universos da pintura e videoarte. A artista Priscila Rooxo mescla vivências pessoais na Região da Baixada Fluminense com denúncia de desigualdades sociais. A artista também aborda temas como justiça climática, memória urbana e autorrepresentação.

Tudo isso com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição de obras, legendas na videoarte e interpretação em Libras nas atividades públicas. 

Estão previstas ainda oficina de pintura, mesa de conversa, apresentação com DJ e lançamento do catálogo da exposição, marcado para dezembro. 

Ambas as exposições podem ser visitadas de quarta à domingo, das 11 horas da manhã às oito da noite, até 13 de dezembro. O endereço do Centro Cultural “Petrobrás Futuros – Arte e Tecnologia” é Rua Dois de Dezembro, 63 , no bairro do Flamengo.

*Sob supervisão de Vitória Elizabeth. 


Fonte: EBC Cultura

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