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Foragida por envolvimento na morte de faccionada em boate é presa em ônibus que vinha para Cuiabá

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Uma jovem envolvida em um homicídio ocorrido em Aripuanã, foi presa pela Polícia Civil, no início da noite de quarta-feira (10), no município de Acorizal.

Com mandado de prisão em aberto, a procurada, de 19 anos, foi presa pela equipe da Gerência Estadual de Polinter e Capturas, após informações repassadas pela Delegacia de Polícia de Aripuanã.

A suspeita teve a ordem de prisão preventiva decretada pelo juízo da Comarca de Aripuanã pelo crime de homicídio qualificado.

Prisão

Os investigadores da Polinter realizavam diligências quando foram acionados pela Delegacia de Aripuanã, para interceptar um ônibus de transporte intermunicipal que havia partido de Juína com destino a Cuiabá.

Com base nas informações de que a suspeita estaria dentro do ônibus, os policiais civis deslocaram até a Rodovia MT 010 e conseguiram avistar o veículo na rodoviária de Acorizal.

Durante a abordagem a equipe localizou a foragida que seguia como passageira na poltrona de nº. 21. Após ser devidamente identificada, a procurada foi presa por força do mandado de prisão.

Ana Beatriz foi sequestrada e morta em uma boate na última quarta-feira. Dois faccionados foram presos

Em seguida ela foi conduzida à Polinter para providências cabíveis, sendo posteriormente encaminhada para audiência de custódia e colocada à disposição do Poder Judiciário.

Homicídio

O crime ocorreu no dia 3 de junho, na cidade de Aripuanã, ocasião em que Ana Beatriz Silva Lopes, de 22 anos, foi sequestrada e executada por integrar de uma facção criminosa.

Informações apontam que a vítima estava em uma boate quando foi rendida pelos criminosos e em seguida assassinada. O corpo da jovem foi encontrado dentro de um imóvel envolto em um lençol.

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Padrasto é preso em flagrante por agredir enteado de 4 anos e alega ‘correção disciplinar’

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Um homem, suspeito de agredir o enteado de apenas 4 anos de idade, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (29), em ação realizada por policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda. A criança apresentava diversas lesões pelo corpo. O padrasto, de 30 anos, foi autuado pelo crime de lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar.

As investigações foram iniciadas após a mãe da criança procurar a delegacia e relatar que, na quarta-feira (28), o filho não foi à escola, ficando na companhia do padrasto, que não tinha saído para trabalhar.

A mulher saiu para o trabalho e, quando retornou no horário do almoço, percebeu que o filho apresentava uma queimadura na boca, sendo alegado inicialmente que a criança havia tomado um chá quente enquanto o homem tomava banho. A mãe retornou ao trabalho no período da tarde e encontrou a criança dormindo ao voltar para casa à noite.

Na manhã de quinta-feira, ao dar banho no filho, a mãe percebeu que a criança apresentava diversos hematomas nas nádegas, no rosto e na orelha. Questionada, a vítima revelou que as agressões haviam sido praticadas pelo padrasto, com quem tinha ficado sozinha no dia anterior.

Diante das informações, uma equipe da Polícia Civil deslocou-se até a residência do casal e localizou o investigado. Questionado pelos policiais, o homem admitiu ter aplicado tapas na criança, alegando que o menino seria “arteiro”.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Pontes e Lacerda e autuado em flagrante pelo crime de lesão corporal em contexto de violência doméstica e familiar contra criança, nos termos do Código Penal e da Lei nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel).

Histórico

Os policiais também identificaram um registro anterior de violência doméstica envolvendo o suspeito, ocorrido em 2024, no Estado de Mato Grosso do Sul, pelo descumprimento de medida protetiva de urgência em favor de sua ex-companheira.

Diante da gravidade dos fatos, da vulnerabilidade da vítima e do risco de reiteração de condutas violentas, a autoridade policial representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Também foram solicitadas medidas protetivas de urgência em favor da criança, encaminhadas ao Poder Judiciário em procedimento próprio, com o objetivo de resguardar sua integridade física e psicológica.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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