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Brasileirão: Maceió sedia o campeonato nacional das quadrilhas juninas

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São João Fora de Época, Festa Julina, Ressaca Junina… Seja qual nome queira dar, o certo é que podemos dizer que já é uma tradição em várias cidades brasileiras a continuidade dos festejos juninos durante o mês de julho.

A cidade de Maceió (AL), segue no ritmo de São João e recebe entre os dias 23 e 26 de julho o 11º Campeonato Brasileiro de Quadrilhas Juninas.O evento tem duração de 4 dias e é totalmente gratuito.

Promovido pela Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas e Grupos Folclóricos do Brasil a festa vai movimentar o turismo e a economia da capital alagoana, sendo mais um atrativo da temporada de férias. 24 estados, além do Distrito Federal terão grupos representantes.

A ordem das apresentações, que acontecem no Parque da Pecuária, no Prado, foi confirmada por sorteio e está disponível no Instagram @brasileiraodequadrilhasjuninas. A competição interestadual será nos dias 25 e 26 de julho. No sábado, começando às 17h e no domingo às 16h.

Serão mais de 3 mil bailarinos defendendo os temas e histórias que cada quadrilha vai homenagear. A “Inovação” de São Paulo, por exemplo, apresenta o tema Apocalipse – O Último São João, onde o grupo faz uma reflexão sobre a perda das tradições, da memória e dos laços que unem o povo, enquanto os pernambucanos da “Raízes do Nordeste” trazem o tema Romance do Pavão Misterioso, fazendo um mergulho musical pelo universo da literatura de cordel.

Já a Campeã brasileira em 2024, a Junina Garranxê, do estado de Roraima, faz uma homenagem ao povo potiguar da cidade de Mossoró, com o tema Resistência, a quadrilha revive a coragem do povo mossoroense diante da invasão do bando de Lampião à cidade.


Fonte: EBC Cultura

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Festival do Museu Nacional reúne ciência e cultura no Rio de Janeiro

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promove neste domingo (30) a 8ª edição do Festival Museu Nacional Vive, uma celebração que reúne ciência e cultura em um só espaço. O evento acontece na Quinta da Boa Vista, no entorno da sede do museu, na zona norte do Rio de Janeiro.

O festival celebra a reconstrução da instituição quase oito anos após o incêndio de grandes proporções que atingiu o local, mostrando que o museu continua produzindo conhecimento por meio de diversas pesquisas. Uma das atrações do evento é a Tenda Científica, que reúne 23 atividades em áreas como biodiversidade e arqueologia, como explica a vice-diretora da instituição, Juliana Sayão:

“A Tenda Científica é um espaço muito especial, porque permite que o público tenha contato direto com a ciência que é produzida no museu. Teremos atividades práticas e interativas com pesquisadores e estudantes apresentando diferentes áreas do conhecimento. Será possível visitar o inflável do INCT Paleovert, que traz as pesquisas mais modernas na paleontologia de vertebrados, conhecer vestimentas, barracas com os nossos pesquisadores que desenvolvem pesquisa na Antártica, além da incrível diversidade dos peixes, dos besouros e de outros insetos.”

Juliana Sayão destaca ainda que o público também vai poder acompanhar o andamento da reconstrução do museu:

“O festival é uma oportunidade de mostrar ao público que a reconstrução do museu está acontecendo e que ela envolve muito mais do que a recuperação de um edifício. Envolve pesquisa, conservação, cuidado com os acervos e muito trabalho de diferentes profissionais. Algumas das atividades permitem justamente que o visitante conheça um pouco desse processo e veja que o museu continua produzindo conhecimento enquanto se reconstrói.”

O festival conta ainda com apresentações de circo, música e exposições do artista plástico Vik Muniz. O evento acontece das 10h às 16h, com entrada franca.
 


Fonte: EBC Cultura

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