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PF investiga se avião que caiu em MT com 120 kg de cocaína e matou 2 pessoas veio da Bolívia

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A Polícia Federal acompanha as investigações relacionadas à localização de uma aeronave acidentada em Reserva do Cabaçal/MT, ocorrência que resultou na apreensão de, aproximadamente, 120 kg de cloridrato de cocaína.

A ocorrência teve início após informações repassadas pela Polícia Militar de Mato Grosso, que localizou a aeronave e identificou a existência de entorpecentes no local. Diante disso, o material apreendido foi encaminhado à Delegacia de Polícia Federal em Cáceres/MT, responsável pela condução das investigações.

Policiais estiveram no local, nesta terça-feira, (14), para realização dos levantamentos periciais em conjunto com a Politec, a fim de esclarecer as circunstâncias do acidente, identificar a aeronave e os dois ocupantes encontrados sem vida, bem como reunir elementos que subsidiem a investigação.

As informações preliminares indicam indícios da prática de tráfico internacional de drogas. A suspeita é de que a carga ilícita tenha ingressado no território nacional proveniente da Bolívia, hipótese que será devidamente apurada no curso das investigações.

A Polícia Federal instaurará inquérito policial para apurar os fatos, especialmente a possível prática do crime de tráfico internacional de drogas, além de identificar todos os envolvidos na organização criminosa responsável pelo transporte da carga.

A identificação da aeronave, das vítimas e a confirmação das circunstâncias da ocorrência dependem da conclusão dos exames periciais realizados pela Polícia Federal e pela Politec.

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Líder de esquema milionário de tráfico interestadual de drogas é presa durante operação da PC

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (16), a Operação Égide, destinada ao cumprimento de ordens judiciais contra uma mulher apontada como líder de um esquema de tráfico interestadual de drogas.

Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de prisão e dois mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Sinop. Durante as diligências, os policiais também apreenderam aparelhos celulares, porções de entorpecentes e outros materiais que serão analisados no decorrer da investigação.

A ação foi coordenada pela 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças e contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop, e da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) de Cuiabá.

A investigação teve início após a prisão de uma mulher com 10kg de Skunk, realizada pela Polícia Rodoviária Federal, em Barra do Garças. As informações obtidas durante essa ocorrência permitiram à Polícia Civil avançar nas investigações sobre a estrutura responsável pelo envio de drogas para outros estados.

Com o avanço das apurações, a Polícia Civil identificou uma mulher, de 45 anos, moradora de Cuiabá, apontada pela investigação como responsável por agenciar e recrutar jovens para o transporte de entorpecentes a diferentes regiões do país.

Segundo as investigações, a suspeita atuava na organização do transporte de drogas em esquemas com ramificações interestaduais e internacionais. De acordo com a Polícia Civil, ela era responsável por coordenar o envio de carregamentos avaliados em milhões de reais para diferentes estados brasileiros.

A investigada tinha três mandados de prisão em aberto, expedidos pela Justiça de Mato Grosso, e era considerada foragida. Após o cruzamento de informações, ações de inteligência e diligências de campo, a equipe da 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças localizou o endereço onde ela estava.

Com a localização confirmada, os policiais civis realizaram a abordagem e deram cumprimento ao mandado de prisão e à ordem de busca e apreensão nesta quinta-feira (16).

A segunda prisão da Operação Égide foi cumprida em Sinop, com o apoio da equipe da Draco local. Uma mulher, de 26 anos, que atuava como “mula”, transportando entorpecentes.

A análise dos aparelhos celulares e dos demais materiais apreendidos poderá revelar novos detalhes sobre as rotas utilizadas, os financiadores do esquema, os fornecedores dos entorpecentes, os destinatários das cargas e outros jovens eventualmente recrutados para atuar como transportadores.

As investigações continuam com o objetivo de identificar e responsabilizar todos os integrantes da facção criminosa.

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